icons.title signature.placeholder Frederico Ribeiro
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16/07/2013
13:20

Do atual elenco do Atlético-MG, além de Josué e Diego Tardelli, o único jogador que sabe o que é vencer uma final de Libertadores é o atacante Alecsandro. Mesmo na reserva de Jô no duelo contra o Olimpia, o jogador, em entrevista exclusiva LANCE!Net,  falou sobre a decisão, o compromisso mais importante do Galo.

Para muitos, o que o Galo precisa fazer para se aproximar do título é sair do Defensores del Chaco com, pelo menos, um empate, e decidir sua vida em casa, seja no Mineirão ou no Independência. Alecsandro lembrou do clima hostil que o estádio proporciona.

- Estamos preparados para essa pressão. Sabemos que existe uma tentativa de intimidar. Estive no Paraguai já, para jogar a Libertadores do ano passado (Libertad 1 x 1 Vasco), e vai ter hostilidade, eles vão tacar pedra na gente. Mas estamos preparados para tudo isso. Fazer um bom resultado na casa deles e definir a Libertadores na nossa - afirmou o camisa 19, ao L!Net.

Alecsandro, já campeão sul-americano pelo Internacional em 2010, foi o primeiro a bater o pênalti do Galo diante do Newell's, o que abriu a contagem positiva para o Alvinegro chegar a uma inédita final. E ele contou como foram os bastidores daquele momento de tanta responsabilidade.

- Eu fui um dos que bati por causa do rendimento no treinamento. O Ronaldinho conversou com a gente, falou que ele e eu tínhamos que bater. Então, decidimos que ele seria o último, por ser um pênalti importante, e eu seria o primeiro. Foi um jogo histórico e eu, de certa forma, comecei a escrever aquela vitória emocionante, nos pênaltis.

Alecgol será suplente de Jô, mas não é nada a que ele já não tenha se acostumado no Alvinegro. É lógico que a reserva não é aceita com facilidade pelos jogadores (ele já se mostrou insatisfeito com isso), mas o atacante prefere ver o lado bom, exaltando o trabalho da diretoria na montagem de um elenco que conta com "titulares" entre os suplentes.

- Isso é mérito da diretoria, que foi atrás para montar um elenco competitivo. Se você for ver, há no grupo do Atlético jogadores que eram titulares absolutos antes. Exemplos como eu, o Josué, que estava no Wolfsburg (ALE), o Rosinei, no futebol mexicano, o Junior Cesar, titular absoluto do Flamengo... - completou o jogador.

Do atual elenco do Atlético-MG, além de Josué e Diego Tardelli, o único jogador que sabe o que é vencer uma final de Libertadores é o atacante Alecsandro. Mesmo na reserva de Jô no duelo contra o Olimpia, o jogador, em entrevista exclusiva LANCE!Net,  falou sobre a decisão, o compromisso mais importante do Galo.

Para muitos, o que o Galo precisa fazer para se aproximar do título é sair do Defensores del Chaco com, pelo menos, um empate, e decidir sua vida em casa, seja no Mineirão ou no Independência. Alecsandro lembrou do clima hostil que o estádio proporciona.

- Estamos preparados para essa pressão. Sabemos que existe uma tentativa de intimidar. Estive no Paraguai já, para jogar a Libertadores do ano passado (Libertad 1 x 1 Vasco), e vai ter hostilidade, eles vão tacar pedra na gente. Mas estamos preparados para tudo isso. Fazer um bom resultado na casa deles e definir a Libertadores na nossa - afirmou o camisa 19, ao L!Net.

Alecsandro, já campeão sul-americano pelo Internacional em 2010, foi o primeiro a bater o pênalti do Galo diante do Newell's, o que abriu a contagem positiva para o Alvinegro chegar a uma inédita final. E ele contou como foram os bastidores daquele momento de tanta responsabilidade.

- Eu fui um dos que bati por causa do rendimento no treinamento. O Ronaldinho conversou com a gente, falou que ele e eu tínhamos que bater. Então, decidimos que ele seria o último, por ser um pênalti importante, e eu seria o primeiro. Foi um jogo histórico e eu, de certa forma, comecei a escrever aquela vitória emocionante, nos pênaltis.

Alecgol será suplente de Jô, mas não é nada a que ele já não tenha se acostumado no Alvinegro. É lógico que a reserva não é aceita com facilidade pelos jogadores (ele já se mostrou insatisfeito com isso), mas o atacante prefere ver o lado bom, exaltando o trabalho da diretoria na montagem de um elenco que conta com "titulares" entre os suplentes.

- Isso é mérito da diretoria, que foi atrás para montar um elenco competitivo. Se você for ver, há no grupo do Atlético jogadores que eram titulares absolutos antes. Exemplos como eu, o Josué, que estava no Wolfsburg (ALE), o Rosinei, no futebol mexicano, o Junior Cesar, titular absoluto do Flamengo... - completou o jogador.