icons.title signature.placeholder Fabricio Crepaldi
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20/07/2013
10:06

Se o torcedor palmeirense sente saudades do eterno ídolo Edmundo, neste sábado, contra o Figueirense, às 16h20, poderá matar um pouco dela. Não, o Animal não voltou aos gramados. Mas um “discípulo” dele estreará no clube: Alan Kardec.

O camisa 14 começará a partida no banco reservas. Quando sair dele, iniciará sua caminhada no Verdão tentando seguir os passos de um dos maiores da história alviverde. Os dois foram formados no Vasco e já até jogaram juntos lá. Agora, Kardec quer repetir o sucesso que o ex-jogador alcançou no Palmeiras.

– Vejo o Edmundo como uma referência, de garra, liderança, luta... Uma das maiores referências que tenho é ele. Quando você vê jogadores vitoriosos tem de se espelhar neles. Ele foi conhecido como animal, não pela pessoa, mas pela raça em campo, nunca desistia, lutava, batalhava. Tenho essa imagem para mim. Vou tentar alcançar o que ele conseguiu – disse, ao LANCE!Net.

– Tenho contato grande com o Edmundo. Além dele ter jogado no Palmeiras, jogamos juntos um tempo no Vasco, tenho um carinho enorme por ele, nos falamos muito, brincamos. Ele sempre me tratou muito bem. Foi ídolo dos dois clubes, eu passei dez anos no Vasco. Quero construir minha história no Palmeiras também – declarou ele.

O fato de estrear pelo Palmeiras tem um motivo especial a mais para Kardec: começar a retribuir o que o clube fez por ele até agora. Isso porque, após ter ficado encostado muito tempo no Benfica (POR), ele voltou a se sentir querido justamente quando o Verdão o quis.

– Quando começou o contato do Palmeiras, fiquei muito feliz. Fiquei sabendo que o Paulo Nobre foi a Lisboa para falar de mim. E quando tem alguém que quer te abraçar, quer contratar, você se sente feliz pela grandeza do clube. Precisava desse carinho no futebol. Faz falta. Senti isso do Palmeiras – falou.

Neste sábado Alan Kardec pode começar a seguir os passos de Edmundo no clube. O Animal está na torcida.


Confira entrevista exclusiva com Alan Kardec

LANCE!Net: Após o momento difícil, reencontrou a felicidade no Palmeiras?

ALAN KARDEC: O principal foi o fator da diretoria ir atrás de mim. Quando tem um clube grande como esse indo atrás de mim, eu fico muito lisonjeado. Hoje estou feliz, com o sorriso no rosto, tenho a família e os amigos ao meu lado, tenho me sentido muito feliz. No futebol queremos jogar, ter carinho, reconhecimento e eu estava sentindo falta disso. Espero conquistar a torcida com a minha humildade e minha simplicidade.

L!Net: Você não joga há bastante tempo. Já sente saudades de atuar?

AK: Com certeza eu sinto falta. Estou louco para jogar, quero fazer o meu trabalho, conquistar a torcida. Quero ajudar o Palmeiras. Eu passei de um momento maravilhoso no Santos para um não tão bom no Benfica. Futebol é assim, hoje tenho essa chance. Quero fazer o meu melhor, ter humildade para as coisas acontecerem naturalmente.

L!Net: Vai atuar em qual posição?

AK: Eu falei que eu quero ajudar. Quero fazer o melhor pelo Palmeiras. Minha posição de origem é centroavante, ainda mais com grandes meias no clube, é mais provável que eu seja centroavante. Mas deixei claro que posso atuar mais recuado, como um meia, ou até jogando pelos lados também.

L!Net: Acha que a cobrança será grande pela ‘sombra’ do Barcos?

AK: A pressão existirá sempre. Se passarem os jogos e eu não fizer gol, a cobrança será igual. Me preparo para fazer gols. Mas tão bom quanto fazer gol é dar a assistência, ser reconhecido por isso. Joguei como meia no Santos, dava bons passes, o Borges ainda brincou comigo falando que achava que tinham contratado um atacante, mas contrataram um meia. É gratificante.

Se o torcedor palmeirense sente saudades do eterno ídolo Edmundo, neste sábado, contra o Figueirense, às 16h20, poderá matar um pouco dela. Não, o Animal não voltou aos gramados. Mas um “discípulo” dele estreará no clube: Alan Kardec.

O camisa 14 começará a partida no banco reservas. Quando sair dele, iniciará sua caminhada no Verdão tentando seguir os passos de um dos maiores da história alviverde. Os dois foram formados no Vasco e já até jogaram juntos lá. Agora, Kardec quer repetir o sucesso que o ex-jogador alcançou no Palmeiras.

– Vejo o Edmundo como uma referência, de garra, liderança, luta... Uma das maiores referências que tenho é ele. Quando você vê jogadores vitoriosos tem de se espelhar neles. Ele foi conhecido como animal, não pela pessoa, mas pela raça em campo, nunca desistia, lutava, batalhava. Tenho essa imagem para mim. Vou tentar alcançar o que ele conseguiu – disse, ao LANCE!Net.

– Tenho contato grande com o Edmundo. Além dele ter jogado no Palmeiras, jogamos juntos um tempo no Vasco, tenho um carinho enorme por ele, nos falamos muito, brincamos. Ele sempre me tratou muito bem. Foi ídolo dos dois clubes, eu passei dez anos no Vasco. Quero construir minha história no Palmeiras também – declarou ele.

O fato de estrear pelo Palmeiras tem um motivo especial a mais para Kardec: começar a retribuir o que o clube fez por ele até agora. Isso porque, após ter ficado encostado muito tempo no Benfica (POR), ele voltou a se sentir querido justamente quando o Verdão o quis.

– Quando começou o contato do Palmeiras, fiquei muito feliz. Fiquei sabendo que o Paulo Nobre foi a Lisboa para falar de mim. E quando tem alguém que quer te abraçar, quer contratar, você se sente feliz pela grandeza do clube. Precisava desse carinho no futebol. Faz falta. Senti isso do Palmeiras – falou.

Neste sábado Alan Kardec pode começar a seguir os passos de Edmundo no clube. O Animal está na torcida.


Confira entrevista exclusiva com Alan Kardec

LANCE!Net: Após o momento difícil, reencontrou a felicidade no Palmeiras?

ALAN KARDEC: O principal foi o fator da diretoria ir atrás de mim. Quando tem um clube grande como esse indo atrás de mim, eu fico muito lisonjeado. Hoje estou feliz, com o sorriso no rosto, tenho a família e os amigos ao meu lado, tenho me sentido muito feliz. No futebol queremos jogar, ter carinho, reconhecimento e eu estava sentindo falta disso. Espero conquistar a torcida com a minha humildade e minha simplicidade.

L!Net: Você não joga há bastante tempo. Já sente saudades de atuar?

AK: Com certeza eu sinto falta. Estou louco para jogar, quero fazer o meu trabalho, conquistar a torcida. Quero ajudar o Palmeiras. Eu passei de um momento maravilhoso no Santos para um não tão bom no Benfica. Futebol é assim, hoje tenho essa chance. Quero fazer o meu melhor, ter humildade para as coisas acontecerem naturalmente.

L!Net: Vai atuar em qual posição?

AK: Eu falei que eu quero ajudar. Quero fazer o melhor pelo Palmeiras. Minha posição de origem é centroavante, ainda mais com grandes meias no clube, é mais provável que eu seja centroavante. Mas deixei claro que posso atuar mais recuado, como um meia, ou até jogando pelos lados também.

L!Net: Acha que a cobrança será grande pela ‘sombra’ do Barcos?

AK: A pressão existirá sempre. Se passarem os jogos e eu não fizer gol, a cobrança será igual. Me preparo para fazer gols. Mas tão bom quanto fazer gol é dar a assistência, ser reconhecido por isso. Joguei como meia no Santos, dava bons passes, o Borges ainda brincou comigo falando que achava que tinham contratado um atacante, mas contrataram um meia. É gratificante.