icons.title signature.placeholder Daniela Caravaggi
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30/07/2013
18:56

O Brasil terminou sua participação histórica no Mundial de Atletismo Paralímpico, em Lyon (FRA), no último domingo. Em entrevista coletiva realizada nesta terça-feira, o grande destaque da competição, Alan Fonteles, que levou três títulos (100m, 200m e 400m), e um vice (no revezamento), reafirmou que não pretende disputar vaga nas Olimpíadas de 2016, do Rio de Janeiro. Apesar da declaração, Alan revelou um grande sonho.

- Isso não faz parte dos meus planos. Hoje eu penso dessa forma, mas pode ser que daqui a uns anos eu pense de outra. Única vontade que eu tenho, e não escondo de ninguém, é participar do Troféu Brasil. Não para mostrar que eu tenho chance de estar com os atletas convencionais, mas por ser um sonho que eu tenho desde criança. Quando eu vi o Robson Caetano correndo na televisão, disse que eu queria ser atelta, por ele que eu comecei a ser atleta e foi em uma competição do Troféu Brasil que eu o vi correndo, então, é um sonho que eu tenho - ressaltou.

Fonteles não escondeu a felicidade dos feitos no Mundial, reconheceu que hoje é reconhecido no mundo todo, e afirmou que os atletas estão sendo reconhecidos cada vez mais, engrandecendo o atletismo paralímpico.

- Estou muito feliz com tudo que está acontecendo na minha vida, por ser reconhecido, por ter ajudado o Brasil, por ter conquistado medalhas. Eu não posso dizer que não sou conhecido no mundo todo. Eu sou conhecido e sou muito feliz por isso, por vocês (imprensa) levarem minha imagem para o mundo todo, por vocês divulgarem notícias sobre os atletas paralímpicos. Os atletas estão sendo vistos pelo mundo todo. Estamos sendo astros do esporte paralímpico, engrandecendo o atletismo paralímpico - ressaltou.

Perguntado sobre suas metas fora da carreira esportiva, Alan afirmou que pretende abrir instituições tanto para crianças que querem começar no esporte, quanto para deficientes e carentes. Além disso, o atleta disse que quer seguir a carreira de treinador no futuro.

- A carreira de atleta passa e a minha certamente logo vai passar, espero que demore um pouco, mas eu sei que um dia vai acabar. Minhas metas fora do esporte eram abrir alguma instituição com meu nome para crianças carentes, para crianças que querem começar no atletismo, para crianças com deficiência. Esse era meu projeto pós-carreira. Sem dúvida eu, também quero ser técnico de atletismo, tanto do convencional quanto do paralímpico - finalizou. 

O Brasil terminou sua participação histórica no Mundial de Atletismo Paralímpico, em Lyon (FRA), no último domingo. Em entrevista coletiva realizada nesta terça-feira, o grande destaque da competição, Alan Fonteles, que levou três títulos (100m, 200m e 400m), e um vice (no revezamento), reafirmou que não pretende disputar vaga nas Olimpíadas de 2016, do Rio de Janeiro. Apesar da declaração, Alan revelou um grande sonho.

- Isso não faz parte dos meus planos. Hoje eu penso dessa forma, mas pode ser que daqui a uns anos eu pense de outra. Única vontade que eu tenho, e não escondo de ninguém, é participar do Troféu Brasil. Não para mostrar que eu tenho chance de estar com os atletas convencionais, mas por ser um sonho que eu tenho desde criança. Quando eu vi o Robson Caetano correndo na televisão, disse que eu queria ser atelta, por ele que eu comecei a ser atleta e foi em uma competição do Troféu Brasil que eu o vi correndo, então, é um sonho que eu tenho - ressaltou.

Fonteles não escondeu a felicidade dos feitos no Mundial, reconheceu que hoje é reconhecido no mundo todo, e afirmou que os atletas estão sendo reconhecidos cada vez mais, engrandecendo o atletismo paralímpico.

- Estou muito feliz com tudo que está acontecendo na minha vida, por ser reconhecido, por ter ajudado o Brasil, por ter conquistado medalhas. Eu não posso dizer que não sou conhecido no mundo todo. Eu sou conhecido e sou muito feliz por isso, por vocês (imprensa) levarem minha imagem para o mundo todo, por vocês divulgarem notícias sobre os atletas paralímpicos. Os atletas estão sendo vistos pelo mundo todo. Estamos sendo astros do esporte paralímpico, engrandecendo o atletismo paralímpico - ressaltou.

Perguntado sobre suas metas fora da carreira esportiva, Alan afirmou que pretende abrir instituições tanto para crianças que querem começar no esporte, quanto para deficientes e carentes. Além disso, o atleta disse que quer seguir a carreira de treinador no futuro.

- A carreira de atleta passa e a minha certamente logo vai passar, espero que demore um pouco, mas eu sei que um dia vai acabar. Minhas metas fora do esporte eram abrir alguma instituição com meu nome para crianças carentes, para crianças que querem começar no atletismo, para crianças com deficiência. Esse era meu projeto pós-carreira. Sem dúvida eu, também quero ser técnico de atletismo, tanto do convencional quanto do paralímpico - finalizou.