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30/08/2015
18:29

Levir Culpi e Ronaldinho se reencontraram quase um ano após a saída do craque do Atlético-MG. O treinador não escondeu que a saída do meia-atacante, à época, ocorreu por desavença entre eles. Ao falar sobre o craque, no entanto, o técnico esbanjou bom humor e ainda destacou o que conversou com o atual camisa 10 do Fluminense no vestiário.

Ele se lembra da brincadeira que fez ao falar sobre o reencontro com o atleta no início da semana e explicou por que ficou temeroso com as qualidades do craque:

- Encontrei o Ronaldinho no final agora. Eu disse a ele: “Ainda bem que deu tudo certo, pedi para você não jogar bem”. Felizmente, ele não teve muitas oportunidades para usar o que ele tem de melhor. É um jogador que pode decidir numa jogada, numa bola parada. Ele não tem o mesmo desenvolvimento físico que tinha, mas não perdeu a qualidade técnica. O medo que a gente tinha era esse, que ele fizesse uma jogada diferente - declarou.



Sobre o fato de os marcadores do Atlético terem anulado o principal nome de criação do Fluminense, ele lembra o fato de ele não ter o suporte necessário no decorrer do compromisso que terminou com vitória dos mineiros por 2 a 1:

- O Ronaldo, na verdade, não trabalha muito em cima dos zagueiros, ele sempre volta para armar as jogadas. O Fluminense teve problemas na escalação. O time ficou muito centralizado, com jogadores que jogam por dentro, tanto é que o Paulista veio para o lado e já fez uma jogada perigosa. Acho que foi mais por causa dos problemas de escalação - concluiu.


Levir Culpi e Ronaldinho se reencontraram quase um ano após a saída do craque do Atlético-MG. O treinador não escondeu que a saída do meia-atacante, à época, ocorreu por desavença entre eles. Ao falar sobre o craque, no entanto, o técnico esbanjou bom humor e ainda destacou o que conversou com o atual camisa 10 do Fluminense no vestiário.

Ele se lembra da brincadeira que fez ao falar sobre o reencontro com o atleta no início da semana e explicou por que ficou temeroso com as qualidades do craque:

- Encontrei o Ronaldinho no final agora. Eu disse a ele: “Ainda bem que deu tudo certo, pedi para você não jogar bem”. Felizmente, ele não teve muitas oportunidades para usar o que ele tem de melhor. É um jogador que pode decidir numa jogada, numa bola parada. Ele não tem o mesmo desenvolvimento físico que tinha, mas não perdeu a qualidade técnica. O medo que a gente tinha era esse, que ele fizesse uma jogada diferente - declarou.



Sobre o fato de os marcadores do Atlético terem anulado o principal nome de criação do Fluminense, ele lembra o fato de ele não ter o suporte necessário no decorrer do compromisso que terminou com vitória dos mineiros por 2 a 1:

- O Ronaldo, na verdade, não trabalha muito em cima dos zagueiros, ele sempre volta para armar as jogadas. O Fluminense teve problemas na escalação. O time ficou muito centralizado, com jogadores que jogam por dentro, tanto é que o Paulista veio para o lado e já fez uma jogada perigosa. Acho que foi mais por causa dos problemas de escalação - concluiu.