icons.title signature.placeholder Bruno Quaresma
03/12/2013
20:27

Carlos Miguel Aidar, candidato à presidência do São Paulo, vê a reforma do Morumbi como sua maior responsabilidade caso seja eleito para suceder Juvenal Juvêncio. Na última segunda-feira, durante lançamento de sua campanha, ele fez um apelo para os sócios aprovarem os contratos no próximo dia 17.

– Espero que não tenha um voto sequer contrário ao projeto. Porque é um dos projetos mais importantes da história do São Paulo e terei a responsabilidade de coordenar se for eleito – discursou Aidar.

Antes estimada em R$ 300 milhões, a obra agora custará R$ 408 milhões. O aumento se deu devido a ajustes e à construção de dois edifícios para estacionamento, com capacidade para dois mil carros.

Segundo Aidar, nenhum tijolo será colocado antes da captação de todo o valor necessário para a obra. Isso será feito para não correr riscos de a reforma ser paralisada no meio por falta de recursos financeiros.

O pedido do candidato se refere à reunião do conselho do próximo dia 17. Os contratos com as quatro partes envolvidas foram assinados na semana passada, mas só entram em vigor caso seja aprovado pelos conselheiros do clube. A partir daí, irá começar a busca para a captação da verba necessária para a obra.

Os parceiros são a Andrade Gutierrez (construtora), Lacan (fundo de investimentos), MultiPark (estacionamento) e XYZ (operadora). A intenção da diretoria é de não gastar um centavo - todas as despesas ficarão com o fundo, que explorará a Arena por um determinado período.