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25/03/2014
15:35

Enquanto o empresário de Wesley é taxativo ao afirmar que não aceitará contrato de produtividade para seu cliente permanecer no Palmeiras, o volante adota um tom mais ameno ao falar da possibilidade de seguir no Palestra Itália.

- Que bom que tenho a oportunidade de vir aqui e esclarecer. Aprendi muito a gostar do Palmeiras. Tenho as pessoas do ramo para resolver essa situação. Quero poder dar continuidade que estou muito feliz aqui. Vamos ver, tudo é questão de conversar, ainda não veio uma proposta, mas estou muito feliz aqui - declarou, em entrevista na Academia de Futebol, nesta terça-feira.

O camisa 11 recebe cerca de R$ 350 mil mensais e pertence ao Verdão até 27 de fevereiro de 2015. Ele pode assinar um pré-acordo com outra equipe no fim de agosto, de graça. Seu agente, Antônio Bahia, já teve uma conversa inicial com a diretoria alviverde sobre o assunto.

O presidente Paulo Nobre avalia como muito elevados os vencimentos do atleta e já admitiu a conselheiros que espera uma oferta tentadora do exterior para tentar quitar a dívida que herdou da gestão de Arnaldo Tirone da compra do camisa 11.

Avalista da negociação com o Werder Bremen em 2012, Antenor Angeloni, presidente do Criciúma, acionou o Palmeiras na Justiça e cobra R$ 15 milhões do clube. Esse processo bloqueou um dinheiro gordo da cota de televisão dos direitos de transmissão que servia como garantia para o Alviverde receber o aporte de R$ 54 milhões de um fundo.

Renovação à parte, Wesley não joga por conta de uma lesão na coxa direita. Recuperado deste problema, ele volta ao time às 21h desta quinta-feira, contra o Bragantino, no Pacaembu, pelas quartas de final do Paulistão.

- Estou bem tranquilo. A preparação física é de grande importância. Me senti muito bem no jogo-treino de segunda. O que eu mais quero é poder jogar e tenho certeza que posso aguentar os 90 minutos.