icons.title signature.placeholder LANCEPRESS!
14/11/2014
16:23

Na quarta entrevista com candidatos à presidência do Santos publicada pelo LANCE!Net, o candidato Nabil Khaznadar, da chapa Avança Santos, foi quem falou sobre suas ideias caso vença o pleito do dia 6 de dezembro. Após ouvirem as propostas, seus oponentes fizeram algum críticas à plataforma apresentada.

Primeiro, os outros candidatos falaram a respeito da fala em que Nabil afirma que, caso eleito, um dos objetivos de sua gestão seria chegar a 100 mil sócios. Na opinião de José Carlos Peres, da chapa Santos Vivo, será uma tarefa difícil:

- Para chegar a 100 mil sócios, tem que ter credibilidade e fazer um monte de ações para que se consiga isso. Precisa lembrá-lo que a situação prometeu a mesma coisa e não chegou a isso.

Modesto Roma, da chapa Santos Gigante, compartilhou da mesma opinião de Peres, e citou o nome de um ex-presidente.

- Não adianta fazer promessa, o Luis Alvaro, falou nesse número também. Tem 60 mil sócios, mas tem inadimplentes, então não tem. Sem promessinhas, vamos trabalhar - afirmou.

Da chapa Pense Novo Santos, Orlando Rollo também lembrou a promessa de Luis Alvaro.

- Papo furado. Essa foi uma das propostas do Luis Alvaro, e foi provado que isso é muito difícil - relatou.

Fernando Silva, da Mar Branco, foi mais além e rebateu Nabil a respeito das declarações sobre marketing.

- O Nabil está bem para ser professor marketing, para dar aula está ótimo - disse.

Outra declaração de Nabil repercutida entre seus rivais nas eleições foi sobre a Teisa (Terceira Estrela Investimentos). Em sua opinião, não haveria problemas em ter investidores da empresa no Comitê de Gestão.

- Isso defende a situação. Na minha concepção é imoral, não pode ter benefício investindo e sendo gestor. Mistura negócio. É anti-ético - disparou José Carlos Peres.

Modesto Roma também se mostrou contra a ideia.

- Seria um investidor com informação privilegiada, não concordo, mas cada um sabe o que faz - concluiu.

Orlando Rollo partilhou da opinião dos outros candidatos e acrescentou:

- Isso é anti-ético, os interesses da Teisa são conflitantes.