icons.title signature.placeholder Eduardo Mendes, Maurício Oliveira e Thiago Salata
09/06/2014
13:53

Vendido para o CSKA (RUS) quando tinha apenas 18 anos, Jô ascendeu na carreira de forma tão meteórica quanto a derrocada que teve após passar pelo futebol inglês. A má fase começou em 2008, quando o Manchester City pagou 19 milhões de libras (pouco mais de R$ 60 milhões na época) para tirá-lo de Moscou. A passagem por Manchester, no entanto, não foi das melhores e ele foi emprestado ao Everton (ING) e, depois, ao Galatasaray (TUR).

Com seguidos fracassos e notícias na imprensa dando conta de que ele frequentava a noite mais do que devia, Jô decidiu voltar para o Brasil. Foi jogar pelo Internacional em 2011.

De novo, fracassou. Até chegar a proposta do Atlético-MG.

– Quando cheguei no Atlético, tive respaldo muito grande do presidente Alexandre Kalil e do (técnico) Cuca. Era um momento muito difícil da minha carreira, eu tentava, mas não dava certo... E eles me abraçaram como uma família. E eu também tive a humildade de saber que havia errado e que tinha de dar a volta por cima – lembra o atacante.

– Felizmente, consegui me recuperar e hoje estar aqui disputando a Copa do Mundo. Era um sonho de família eu disputar um Mundial pelo Brasil. Tracei essa meta para a minha carreira e com a ajuda da família e do pessoal do Atlético, deu tudo certo.