icons.title signature.placeholder Felippe Rocha
22/11/2013
08:31

O jovem atacante Thalles deve receber uma nova oportunidade no time titular no importante duelo de amanhã, contra o Cruzeiro. Isso porque, no treinamento coletivo desta quinta-feira, foi ele o escolhido pelo técnico Adilson Batista para formar a dupla de ataque com Edmilson.

Thalles estreou pelo time profissional no fim do jogo contra o Criciúma. Contra o Botafogo, mostrou um forte chute. E, na primeira oportunidade como titular, contra o Goiás, pela Copa do Brasil, marcou os dois primeiros gols dele. Na ocasião, o Vasco venceu, mas não passou de fase.

Após este destaque, ele ganhou a vaga entre os 11 no jogo seguinte, contra a Ponte Preta, mas não foi bem e, com a troca no comando técnico, acabou voltando a frequentar o banco de reservas.

Mas os altos e baixos neste início entre os profissionais não desanimaram o xodó da torcida, que, em evento recente, em homenagem aos primeiros gols, disse acreditar que o futebol é feito de oportunidades, lembrando, também, o dia que marcou a vida dele para sempre:

– Contra o Goiás, foi o melhor dia da minha vida! Fazer dois gols pelo profissional do Vasco e, hoje, ser conhecido por praticamente todos os torcedores... Fiquei muito feliz, nem sabia como comemorar. Mas acho que o momento é esse. Tenho de aproveitar as oportunidades. O futebol é feito de oportunidades: quando aparecem, tenho de aproveitar da melhor forma. Graças a Deus, fui muito feliz. Agora é esperar a oportunidade e aproveitar de novo.

E se não houver nenhuma surpresa no treino desta sexta-feira, a tão aguardada nova chance de Thalles será logo contra o campeão brasileiro. Uma chance de ouro para mostrar àqueles torcedores que agora o conhecem que o jovem camisa 39 do Gigante da Colina é mais do que uma promessa. É presente. É uma ótima realidade do clube.

Thalles surgiu este ano, já deixou sua marca e busca a afirmação no time titular (Foto: Cleber Mendes/LANCE!Press)


Bate-Bola

Thalles
Em entrevista exclusiva ao LANCE!Net.

Qual foi a sensação dos primeiros jogos pelos profissionais?

Contra o Criciúma foi um sentimento único, mas não pude fazer muita coisa. Já contra o Botafogo pude mostrar um pouco do meu trabalho e, contra o Goiás, foi o melhor dia da minha vida.

Quem são seus maiores ídolos no futebol, hoje em dia?

O Drogba e, no Vasco, o Tenório. Tenho um estilo de jogo parecido com o deles.

Quem é seu grande parceiro hoje, no profissional?

O Jhon Cley, que subiu comigo, é com quem que tenho mais afinidade. Jogamos a Taça BH também. Tem o ainda  Willie. Mas agora já estou mais solto. No início, ficava mais travado.