icons.title signature.placeholder Daniel Guimarães e Gabriel Rodrigues
13/11/2013
11:15

Nas duas próximas rodadas do Campeonato Brasileiro, contra Grêmio, nesta quarta-feira, e Corinthians, no domingo, o técnico Adilson Batista vai enfrentar velhos conhecidos. Colecionador de títulos pelo Tricolor gaúcho e pelo Timão, o treinador encara os duelos como decisivos na luta do Vasco contra o rebaixamento, uma vez que vitórias em ambos, que serão disputados nos domínios dos adversários, deixariam o clube em situação bem mais confortável na tabela, além de dar moral ao elenco.

Em recente entrevista ao LANCE!Net, Adilson destacou a identificação com o Imortal.

- No Grêmio foram dois anos que parecem ter sido 200. Foi intenso, bonito, maravilhoso. Um aprendizado enorme. Foi um ambiente saudável que a gente criou e conseguimos vencer títulos - destacou Adilson.

Adilson recebeu o apelido de Capitão América por ter levantado a taça da Libertadores de 1995 pelo Grêmio (Foto: Arquivo)

Como jogador do Grêmio, ele conquistou dois estaduais, um Brasileiro, uma Recopa Sul-Americana e uma Libertadores. Nesta última, foi o capitão da equipe durante toda a competição e, pela raça e determinação nos jogos e por ter levantado a taça, recebeu a alcunha de "Capitão América".

Pelo Timão, Adilson disputou 33 partida e encerrou a sua carreira como jogador ao conquistar o título do Campeonato Mundial de 2000. Pelo bom futebol e o estilo, com muita raça, na zaga, caiu nas graças do torcedor corintiano e tornou-se muito querido pela torcida.

Adilson chegou para comandar o Vasco já no fim do Campeonato Brasileiro. Porém, se conseguir evitar o rebaixamento do Cruz-Maltino para a série B conquistará um lugar no coração do torcedor vascaíno.

ÚLTIMO ADVERSÁRIO TAMBÉM É VELHO CONHECIDO

Na última rodada do Campeonato Brasileiro, o Vasco vai enfrentar o Atlético-PR em jogo que pode definir a sua situação na competição. E Adilson também vai reencontrar outro time pelo qual tem bastante identificação. Ele começou a carreira de jogador no Furacão, em 1986, e defendeu o clube por dois anos, além de ter passado brevemente pela Baixada como treinador, em 2011.