icons.title signature.placeholder Guilherme Borini
05/07/2014
18:08

O técnico do Vasco, Adilson Batista, minimizou o desfalque do atacante Neymar da Seleção Brasileira no restante da Copa do Mundo. E sua opinião é válida para Luiz Felipe Scolari, afinal, a relação entre os dois treinadores é forte. Então zagueiro, o agora comandante vascaíno foi o capitão da equipe de Felipão no Grêmio na campanha do título da Libertadores de 1995. E também trabalharam juntos no Jubilo Iwata, do Japão.

- Já jogamos sem o Pelé. E entrou o Amarildo. Por que não sem o Neymar? – indagou o técnico do Vasco, lembrando do corte do ex-craque brasileiro na Copa de 1962, abrindo espaço para o reserva Amarildo brilhar e ser peça fundamental na conquista do bicampeonato mundial.

Aliás, Amarildo traz uma história curiosa para Adilson, que quase teve o nome do ex-jogador como homenagem.

- Meu nome era para ser Amarildo, mas minha mãe não deixou. Meu pai queria - contou. 

A relação de confiança entre Adilson e Felipão continua firme até hoje.

- Tenho carinho e respeito de pai, de amigo. Uma pessoa que torço  - contou o técnico vascaíno.

Adilson Batista está muito ligado nos jogos desta Copa do Mundo no Brasil. Com a maioria dos treinos do Vasco na intertemporada sendo realizados na parte da manhã, sobra tempo para acompanhar as partidas do Mundial durante a tarde.

Após o jogo-treino deste sábado, diante do Atibaia, o treinador concedeu entrevista coletiva, mas nada muito alongado, afinal, pouco tempo depois, às 13h, a Argentina entraria em campo diante da Bélgica.

- Vi muita coisa boa nesta Copa. Bons jogos, bons goleiros, boa compactação, boa dinâmica, e intensidade de jogo. Você vê recomposição de todo mundo, três toques, dinâmica. O futebol ganhou. Para jornalistas, torcedores e para nós, profissionalmente.

Em relação ao possível favoritismo da Alemanha frente ao Brasil sem Neymar, Adilson mantém a confiança na conquista do hexa.

- Jogo duro para a Alemanha – limitou-se a dizer.