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21/11/2013
12:16

Um dos líderes do Palmeiras, Fernando Prass mostrou seu incômodo com as indefinições que rondam o time para 2014. Com a situação de Gilson Kleina ainda indefinida - o técnico tem contrato até o fim do ano e não sabe se fica - e os 13 jogadores que têm vínculos que se encerram em dezembro, o goleiro quer resoluções logo para diminuir o clima pesado na Academia de Futebol.

- Ouvimos muito pela imprensa, e quanto mais demorar, mais especulação surge. Pode passar para fora. Eles já externaram que o que está pegando é tempo de contrato, salário, planejamento para o ano que vem, e nós acreditamos. Mas a cada dia que passa é um terreno fértil para especulação, o ambiente começa a ficar pesado - reclamou.

- O cara vem para a coletiva, tem o jogo contra o Ceará no sábado, após o título, e só responde as perguntas sobre isto. Deixa um clima pesado porque a gente não tem poder sobre isto, não tem o que fazer, só tentar passar o que sentimos - acrescentou.

Para o camisa 25, o primeiro passo para o centenário é decidir qual será o técnico - a procura por Marcelo Bielsa, porém, fez com que a negociação com Kleina ficasse mais complicada. Ele, além de uma valorização, quer mais autonomia e respeito para ficar por pelo menos mais um ano no clube. Entre os próprios jogadores, as indefinições eram discutidas, mas a repetição fez com que entre eles a discussão diminuísse.

- Entre nós falamos de várias coisas, e estes assuntos estão entre eles, mas está ficando chato. Já começou a ser um pouco menos falado, porque tem muito tempo de negociação para renovar. Antes mesmo do acesso, faz quatro semanas e já vinha se falando muito disto. Veio o acesso, falou que ia começar a negociação, depois do título ia resolver. Está saturando um pouco - disse.

O incômodo, porém, não fará com que o elenco vá bater na sala de Paulo Nobre para cobrar uma definição.

- Não, pois acho que cada um tem sua função, uma hierarquia. Como o presidente não entra para falar como temos que fazer, a gente não pode chegar a este ponto. Eles são pessoas abertas ao diálogo, e falamos de tudo, mas nada formal - completou.