icons.title signature.placeholder TÊNIS NEWS
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31/08/2015
21:03

João Olavo Souza, o Feijão, lamentou o fato de não ter jogado seu melhor tênis e contou as sensações de ter atuado pela primeira vez contra um número 1 do mundo e numa quadra central de um Grand Slam, o Arthur Ashe Stadium, a maior do mundo.

Feijão caiu por um triplo 6/1 em 1h11min diante de Novak Djokovic: "Tive um pouco de azar (no sorteio), mas são poucos que tem esse privilegio numa quadra dessa contra o número 1. Não joguei tão bem como vinha treinando nos últimos dias, não me sentia confortável pra impor minha maneira que gosto com minha direita, melhor bola dele é a esquerda. Entrei tranquilo na quadra, senti a energia da quadra, não me intimidei com ele, mas não consegui jogar de maneira agressiva, ele te faz você jogar da maneira que ele quer, vou levar esse jogo pro resto da carreira e tirar lições positivas pro resto do ano", apontou o tenista em bate-papo com a ESPN.  

Feijão ainda comentou que pouco teve tempo de treinar na quadra central num buraco que a canadense Eugenie Bouchard  deixou: "Se você não é top ou cabeça de chave eles não te deixam bater nem 15 minutos aqui, ontem numa Graça de Deus a Bouchard cancelou de última hora um treino e bati meia-hora. Hoje quando entrei deu uma intimidadazinha, mas aproveitei ao máximo, são poucas as pessoas no mundo que jogam numa quadra dessa contra o número 1 do mundo".

João Olavo Souza, o Feijão, lamentou o fato de não ter jogado seu melhor tênis e contou as sensações de ter atuado pela primeira vez contra um número 1 do mundo e numa quadra central de um Grand Slam, o Arthur Ashe Stadium, a maior do mundo.

Feijão caiu por um triplo 6/1 em 1h11min diante de Novak Djokovic: "Tive um pouco de azar (no sorteio), mas são poucos que tem esse privilegio numa quadra dessa contra o número 1. Não joguei tão bem como vinha treinando nos últimos dias, não me sentia confortável pra impor minha maneira que gosto com minha direita, melhor bola dele é a esquerda. Entrei tranquilo na quadra, senti a energia da quadra, não me intimidei com ele, mas não consegui jogar de maneira agressiva, ele te faz você jogar da maneira que ele quer, vou levar esse jogo pro resto da carreira e tirar lições positivas pro resto do ano", apontou o tenista em bate-papo com a ESPN.  

Feijão ainda comentou que pouco teve tempo de treinar na quadra central num buraco que a canadense Eugenie Bouchard  deixou: "Se você não é top ou cabeça de chave eles não te deixam bater nem 15 minutos aqui, ontem numa Graça de Deus a Bouchard cancelou de última hora um treino e bati meia-hora. Hoje quando entrei deu uma intimidadazinha, mas aproveitei ao máximo, são poucas as pessoas no mundo que jogam numa quadra dessa contra o número 1 do mundo".