Jonas e Diego Alves (Foto: Lucas Figueiredo / MoWA Press)

Jonas e Diego Alves (Foto: Lucas Figueiredo / MoWA Press)

Bernardo Cruz e Igor Siqueira
23/03/2016
14:18
Teresópolis (RJ)

Além da preocupação com os próximos adversários dentro de campo pelas Eliminatórias, os jogadores da Seleção Brasileira estão atentos às investidas de outro oponente perigoso: o mosquito Aedes aegypti, que gera as epidemias de Zika, Chikungunya e dengue.

Nos quartos da Granja Comary, em Teresópolis - e até na área da imprensa – a Cimed, patrocinadora da CBF, disponibilizou repelentes para serem utilizados durante a estada no Rio e, principalmente, no Recife, um dos principais focos de infestação do mosquito.

- Estamos sujeitos a isso, sabemos como está afetando isso. Desde o inicio que chegamos aqui, temos os produtos necessários para não sermos pegos de surpresa. Tem repelente no quarto, estou passando todos os dias – contou o atacante Jonas.

O goleiro Diego Alves também defendeu medidas de combate ao inseto e à propagação das doenças relacionadas a ele.

- Tudo o que for bom para combater esse vírus que ataca o Brasil é importante. Acho que todos de uma certa forma podem dar uma contribuição para minimizar esse problema – completou.