LANCE!
25/07/2016
18:47
São Paulo (SP)

Como tem sido costume nos últimos dias, Edgardo Bauza concedeu entrevista a uma rádio argentina nesta segunda-feira e tornou público dois alvos do São Paulo para reforçar o ataque. À Rádio Cooperativa, Patón disse que o Tricolor tenta repor a saída de Jonathan Calleri com dois outros estrangeiros que atuam no Brasil: Lucas Pratto, do Atlético-MG, ou Lucas Barrios, do Palmeiras.

- Venderam os quatro goleadores que eu tinha, um deles era Calleri (PH Ganso, Alan Kardec e Rogério são os outros). Se não trouxerem substitutos, estaremos em situação complicada. Estamos vendo se podemos contratar Pratto ou Barrios - revelou o treinador.

Nenhum dos dois centroavantes fez sete jogos no Campeonato Brasileiro e não têm sido titulares em suas equipes. No Palmeiras, Cuca não esconde que Barrios não preenche as características que considera ideais para um atacante, sobretudo por não ter tanta velocidade. O jogador tem contrato até 2018 e todos os custos bancados pela Crefisa - o valor total do vínculo com o Verdão é de R$ 40 milhões, com pagamento mensal de R$ 1 milhão da patrocinadora.

Já Pratto perdeu o início do Brasileirão devido a lesão muscular e viu o Galo tirar Fred do Fluminense para disputar posição no ataque. O técnico Marcelo Oliveira até tem tentado usar o argentino mais recuado, mas apenas um teste foi feito na vitória sobre o Coritiba. O Chonqing Lifan (CHN), que acabou comprando Alan Kardec do São Paulo, tentou levar Pratto há duas semanas.


SELEÇÃO ARGENTINA

​Sobre as chances de ser escolhido pela AFA para substituir Tata Martino na seleção argentina, Bauza voltou a mostrar animação e, ao mesmo tempo, cautela. Patón concorria inicialmente com Miguel Ángel Russo, mas outros técnicos de mais peso serão ouvidos pela entidade, como Diego Simeone, Jorge Sampaoli e Marcelo Bielsa.

- A seleção número um do ranking da Fifa está sem técnico e logo as Eliminatórias voltarão. É um tema urgente. Quem for escolhido precisará definir rápido. Falaram comigo por quase duas horas, para mostrar a situação da seleção e da AFA, principalmente. Outros técnicos serão ouvidos. Me sinto em um grande momento, tranquilo e experiente o suficiente para encará-lo - ponderou o treinador são-paulino.