Vitor Bueno

Meia é o artilheiro do Santos no Brasileirão, com seis gols marcados (Foto: Ale Vianna/Eleven/Lancepress!)

LANCE!
18/07/2016
16:05
Santos (SP)

Depois de quase dois meses de pausa na Copa do Brasil, o Santos volta nesta quarta-feira a disputar a competição nacional. Pela terceira fase, o Peixe vai a Brasília encarar o Gama, no estádio Bezerrão.

Nesta fase, vitória do time visitante por dois gols de diferença não elimina o jogo da volta, que obrigatoriamente será disputado na semana que vem, na Vila Belmiro. Mesmo em dois confrontos, o meia Vitor Bueno quer atenção total do Peixe no adversário, que "jogará a vida" na quarta-feira.

- Vão jogar a vida deles. Sei como é jogar em time pequeno. É ganhar ou ganhar. Podem ficar desempregados. Vão dar a vida dele contra o Santos. Precisamos estar focados, concentrados, para não sermos surpreendidos. Quem tem camisa de peso é o Santos. Então precisamos sair de lá com a vitória - disse o camisa 18, que foi revelado no Botafogo-SP e sabe o peso de enfrentar uma equipe grande.

Mesmo focado no objetivo de atingir a liderança do Brasileirão, o Santos deve ir com força máxima na Copa. Titular, Vitor Bueno foi cotado para fazer parte do time dos suplentes recentemente. Com dois jogos abaixo do esperado e com o início arrasador de Copete, o jovem quase virou reserva, mas deu "volta por cima" e marcou um gol diante da Ponte Preta, no último domingo, e teve boa atuação. 

Garantido pelo bom futebol entre os onze preferidos de Dorival, Vitor Bueno se disse tranquilo com a disputa por posição. Apesar de admitir desejo por não deixar o time, o camisa 18 elogiou a força do elenco e os companheiros.

- Eu fiquei tranquilo. Sei que tenho que matar um leão por dia. Não vou falar que não fiquei preocupado, quero me manter entre os onze, mas temos que respeitar os companheiros. Briga sempre será sadia. Fiquei feliz por ele (Copete) ter entrado e ajudado. Pude mostrar meu potencial no último jogo. Não é todo jogo que eu vou jogar bem. Oscilação é normal. Fiz dois jogos ruins, mas professor me deu confiança, me manteve no time. E sábado pude dar essa resposta. Muitos achavam que eu ficaria no banco, mas joguei e pude ajudar na vitória - avaliou.