Dorival Júnior - Santos

Treinador celebra boa fase do time e peças que tem à disposição (Foto: Ivan Storti / Santos FC)

LANCE!
28/03/2016
09:10
Santos (SP)

Caju, Léo Cittadini, Vitor Bueno, Paulinho e Joel. Estes foram os substitutos dos cinco jogadores que representam o Santos na Seleção Brasileira no clássico diante do São Paulo, na Vila Belmiro. Com exceção dos reforços Paulinho e Joel, os três primeiros jamais haviam sido titulares com o técnico Dorival Júnior.

À espera de uma oportunidade entre os 11 titulares, o trio de jovens seguiu trabalhando no dia a dia no CT Rei Pelé sob olhares atentos do comandante alvinegro. Após boa resposta no clássico contra o Tricolor, Dorival fez questão de enaltecer o trabalho realizado pelos jovens.

A respeito do lateral-esquerdo Caju, caso mais emblemático dos três, já que 'estreou' com Dorival apenas diante do Rio Claro, na penúltima rodada, o comandante destacou sua margem de crescimento.

- Acho que esses jogadores que não vêm atuando com tanta frequência precisam de uma sequência. Mesmo muito tempo parado, Caju teve uma superação muito grande. Teve uma crescente dentro da própria partida. Finalizou o jogo muito bem. O Santos joga hoje (domingo) com cinco desfalques e mesmo assim finaliza a partida com seis jogadores de suas categorias de base - enalteceu. 

Sobre Vitor Bueno, que começou a temporada em alta após boas atuações no final do ano passado, foi uma surpresa na escalação inicial, e Dorival justificou a escolha por conta dos trabalhos realizados ao longo da semana.

- Vinha projetando a possibilidade do Vitor há um tempo. Vinha cobrando do Serginho que já estava demorando para se adaptar à função, e de repente estava se resguardando em determinado lado do campo. Ficávamos com uma marcação muito definida das equipes adversárias. Não estava satisfeito e tentei uma mudança com o Vitor. Vem fazendo treinamentos de alto nível. Acho que teve crescimento ao longo da partida, mas ainda um pouco abaixo do que vinha nos mostrando. Foi a primeira partida dele como titular, é cedo para cobrança - destacou.

Já sobre Léo Cittadini, o técnico admitiu que o resguardou no ano passado para focar na preparação do garoto para que ele pudesse deslanchar em 2016.

- Aos poucos, também vai ganhando. Ele foi preparado ao longo do ano passado para que esse ano eles pudessem alcançar esse espaço.