icons.title signature.placeholder Léo Saueia e Russel Dias
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29/08/2015
07:24

O torcedor do Santos pode se acostumar a ver cada vez mais notícias de renovação de contrato de joias reveladas na base do Peixe. Pelo menos essa é a ideia do presidente Modesto Roma Júnior até o fim do ano: assegurar os garotos por mais tempo na Vila e dar um aumento salarial a todos eles.

Recentemente, David Braz e Victor Ferraz, por exemplo, jogadores experientes e que são titulares absolutos, tiveram seus vínculos estendidos por quatro anos. Segundo Modesto, essa é uma política da sua gestão e a negociação acontecerá com todos os atletas do elenco alvinegro que têm contratos mais curtos, como é o caso de Geuvânio, que tem vínculo até o fim de 2017, mas já recusou propostas da Europa.

De acordo com o presidente santista, a prática não acontece apenas para valorizar os jogadores, mas também tem a ver com economia. Inicialmente, a ideia era não gastar para se reforçar, como ainda acontece. Se conseguir renovar com todas as joias sem ter de comprar direitos econômicos, a diretoria acredita que estará economizando e, ao mesmo tempo, tendo uma garantia de lucro se vender esses garotos no futuro.

Na visão do técnico Dorival Júnior, a ideia, se colocada em prática, tem tudo para ser benéfica ao clube.

– É muito menos uma proteção. É mais pensando que essa equipe tem que abrir 2016 com a formação que considere ideal para a pré-temporada ser bem aproveitada. Estamos antecipando situações, estamos vendo o grupo, olhando sub-20 e sub-23. Estamos dando oportunidade a garotos que estejam aparecendo. Queremos começar 2016 iniciado com 99% do grupo montado – explicou o técnico Dorival Júnior, que também tem contrato longo, até o fim de 2017.

Mas, para isso, a diretoria do Peixe não terá vida fácil. Nas primeiras tratativas que teve com os empresários de Thiago Maia, Modesto recebeu contraproposta e não chegou a um denominador comum.

Com outros garotos, as negociações também iniciaram, mas nem todas já estão encaminhados.

Enquanto isso, o Santos segue o ano com ambições dentro de campo. Para quem foi campeão sem receber salário, renovar é “detalhe”.

Confira o bate-bola do presidente Modesto Roma Júnior, ao LANCE!:

De onde partiu a ideia de renovar com todos os garotos que tem contratos menores?
É a política de manutenção do elenco. É uma ideia da gestão. Nós assumimos o clube com essa ideia, não foi agora que pensamos nisso.

Isso é apenas para ter multas de rescisão maiores e proteger os garotos do assédio ou passa pelas finanças do clube?
É simples. Não se gasta com compra de direitos se renovar um contrato. Se eu tenho a minha base, não preciso buscar fora. Não vou gastar dinheiro para comprar um jogador que já é do clube. Então não tem gasto.

Mas, se aumentar o salário, o Santos passa a gastar mais...?
É uma espécie de valorização. Em vez de negociarmos mais tarde,devemos avançando devagarinho. Quanto mais se demorar para negociar, mais alto o atleta pode pedir. Fica mais difícil para o clube. Quanto mais cedo, melhor.

Existe um critério para a escolha dos jogadores ou simplesmente todos no elenco vão renovar?
Precisamos avaliar a todos, não é automático. É meritocracia.

Recentemente o Santos emprestou o Diego Cardoso para o Bragantino e o lateral-direito Crystian. Não seria o caso deles ficarem no sub-23 ou no Santos B?
O Crystian e o Diego Cardoso vão voltar melhores, mais experientes. Talvez quando voltarem, fiquem no sub-23. Tudo é questão de avaliação. Ainda não temos a estrutura desejada para esse setor (sub-23). Até o fim da gestão vamos ter, para a base no geral. E pode ser que tenhamos mais jogadores da base no profissional.

O torcedor do Santos pode se acostumar a ver cada vez mais notícias de renovação de contrato de joias reveladas na base do Peixe. Pelo menos essa é a ideia do presidente Modesto Roma Júnior até o fim do ano: assegurar os garotos por mais tempo na Vila e dar um aumento salarial a todos eles.

Recentemente, David Braz e Victor Ferraz, por exemplo, jogadores experientes e que são titulares absolutos, tiveram seus vínculos estendidos por quatro anos. Segundo Modesto, essa é uma política da sua gestão e a negociação acontecerá com todos os atletas do elenco alvinegro que têm contratos mais curtos, como é o caso de Geuvânio, que tem vínculo até o fim de 2017, mas já recusou propostas da Europa.

De acordo com o presidente santista, a prática não acontece apenas para valorizar os jogadores, mas também tem a ver com economia. Inicialmente, a ideia era não gastar para se reforçar, como ainda acontece. Se conseguir renovar com todas as joias sem ter de comprar direitos econômicos, a diretoria acredita que estará economizando e, ao mesmo tempo, tendo uma garantia de lucro se vender esses garotos no futuro.

Na visão do técnico Dorival Júnior, a ideia, se colocada em prática, tem tudo para ser benéfica ao clube.

– É muito menos uma proteção. É mais pensando que essa equipe tem que abrir 2016 com a formação que considere ideal para a pré-temporada ser bem aproveitada. Estamos antecipando situações, estamos vendo o grupo, olhando sub-20 e sub-23. Estamos dando oportunidade a garotos que estejam aparecendo. Queremos começar 2016 iniciado com 99% do grupo montado – explicou o técnico Dorival Júnior, que também tem contrato longo, até o fim de 2017.

Mas, para isso, a diretoria do Peixe não terá vida fácil. Nas primeiras tratativas que teve com os empresários de Thiago Maia, Modesto recebeu contraproposta e não chegou a um denominador comum.

Com outros garotos, as negociações também iniciaram, mas nem todas já estão encaminhados.

Enquanto isso, o Santos segue o ano com ambições dentro de campo. Para quem foi campeão sem receber salário, renovar é “detalhe”.

Confira o bate-bola do presidente Modesto Roma Júnior, ao LANCE!:

De onde partiu a ideia de renovar com todos os garotos que tem contratos menores?
É a política de manutenção do elenco. É uma ideia da gestão. Nós assumimos o clube com essa ideia, não foi agora que pensamos nisso.

Isso é apenas para ter multas de rescisão maiores e proteger os garotos do assédio ou passa pelas finanças do clube?
É simples. Não se gasta com compra de direitos se renovar um contrato. Se eu tenho a minha base, não preciso buscar fora. Não vou gastar dinheiro para comprar um jogador que já é do clube. Então não tem gasto.

Mas, se aumentar o salário, o Santos passa a gastar mais...?
É uma espécie de valorização. Em vez de negociarmos mais tarde,devemos avançando devagarinho. Quanto mais se demorar para negociar, mais alto o atleta pode pedir. Fica mais difícil para o clube. Quanto mais cedo, melhor.

Existe um critério para a escolha dos jogadores ou simplesmente todos no elenco vão renovar?
Precisamos avaliar a todos, não é automático. É meritocracia.

Recentemente o Santos emprestou o Diego Cardoso para o Bragantino e o lateral-direito Crystian. Não seria o caso deles ficarem no sub-23 ou no Santos B?
O Crystian e o Diego Cardoso vão voltar melhores, mais experientes. Talvez quando voltarem, fiquem no sub-23. Tudo é questão de avaliação. Ainda não temos a estrutura desejada para esse setor (sub-23). Até o fim da gestão vamos ter, para a base no geral. E pode ser que tenhamos mais jogadores da base no profissional.