Copete, do Santos

Ivan Storti

Gabriela Brino e Russel Dias
18/12/2017
06:00
Santos (SP)

"Raça". Essa é a palavra que muitos torcedores do Santos usam para definir Copete em campo. Por se desdobrar para correr, arriscar, driblar e tentar criar jogadas, o colombiano caiu nas graças da torcida e quer ser lembrado desta forma.

O objetivo do atacante nunca foi ser goleador ou estrela, mas sim ajudar a equipe, independentemente de atuar em sua posição de origem ou improvisado. No entanto, vale lembrar que o camisa 36 chegou a ser artilheiro da temporada ao lado de Ricardo Oliveira, Bruno Henrique e Kayke.

- Com certeza (quer ser lembrado pela raça). Sou um jogador coletivo, não sou artilheiro, estrela, goleador... Prioridade é ajudar o time. Estou em um bom caminho. Podem lembrar de mim desse jeito (pela raça) - disse em entrevista ao LANCE!

Apesar de ter caído de rendimento ao longo do ano e ter sido alvo de crítica de alguns santistas, o jogador de 29 anos se recuperou na reta final do Campeonato Brasileiro e deu a vitória ao time contra o Avaí (1-0), no dia 3 de dezembro, e o empate sobre o Grêmio (1-1), em 19 de novembro. 

Agora de férias em Cali, o atleta já foi sondado pelo Atlético-MG e Internacional. De acordo com seu empresário Thiago Taveira, há conversas amistosas com o Galo, mas nada concreto. Porém, Copete afirma estar com a cabeça no Peixe e ainda pretende ficar um tempo na Baixada Santista.

- Minha cabeça sempre passa pelo Santos, sempre esteve aqui. É importante ficar um tempo em um clube. Mesmo com propostas, minhas cabeça está no Santos. Trabalho e treino para melhorar e alcançar objetivos - explicou.

Com contrato até junho de 2018, o jogador espera pela decisão do Alvinegro sobre sua manutenção. Com a provável vinda de Jair Ventura, o ex-Botafogo irá definir quem fica e quem sai na próxima temporada.