Russel Dias
11/09/2016
08:00
Santos (SP)

A diretoria do Santos lida com frequentes críticas de alguns conselheiros e de um membro do Comitê de Gestão (órgão formado por sete dirigentes, vice-presidente e presidente) contra Dorival Júnior.

Pessoas envolvidas na política que são contrárias ao trabalho do técnico desde sua chegada aproveitam as quatro derrotas consecutivas para fazer críticas e são vistas pela cúpula do clube como "oportunistas".

Tanto dentro do Comitê de Gestão, quanto para torcedores próximos, o presidente Modesto Roma Júnior absolve o treinador dos resultados recentes e defende sua permanência até o fim do mandato, em dezembro de 2017.

Modesto e o Comitê de Gestão tiveram que desmentir boatos que circulam nas redes sociais de que o clube conversava com outro treinador, usando como argumento que os boatos são criados por pessoas que têm a política à frente da paixão pelo clube.

No Comitê, apenas um, entre nove dirigentes, é contrário ao trabalho do treinador.

Dorival Júnior assumiu o Peixe na metade de 2015, chegou até o G4 e à final da Copa do Brasil, mas não conseguiu a classificação para a Libertadores. A meta para 2017 é voltar a disputar a competição.