Scheidt estreia na vice-liderança da etapa final da Copa do Mundo de Vela (Pedro Martinez/Sailing Energy/ISAF)

Scheidt é esperança de medalha nos Jogos do Rio de Janeiro (Pedro Martinez/Sailing Energy/ISAF)

RADAR/LANCE!
13/01/2016
21:13
Rio de Janeiro (RJ)

Dezessete medalhas olímpicas dizem muito sobre a força da vela brasileira. E a equipe que tem a missão de aumentar ainda mais o número de pódios da modalidade no Rio 2016 está otimista. Para atletas e dirigentes, os 15 representantes do Brasil nas disputas na Baía de Guanabara - e que foram apresentados oficialmente em dezembro de 2015 - formam um dos grupos mais fortes de todos os tempos.

- Tenho a convicção de que tenho o melhor time. Não sei quantas medalhas vamos ganhar, se zero ou dez, mas temos condição de ganhar as dez. Alguém vai ter que ser muito melhor do que a gente para ganhar da equipe brasileira, porque vamos com muita vontade. O cara vai ter que ser um gênio para ganhar da gente, mas existem gênios por aí. Só que vocês vão ver garra, garra e garra desta equipe - disse o presidente da Confederação Brasileira de Vela (CBVela), Marco Aurélio de Sá.


O otimismo é baseado em resultados. Coordenador técnico da confederação, o cinco vezes medalhista olímpico Torben Grael, avalia que não só o ano pré-olímpico, mas todo o atual ciclo foi positivo.

- O ano de 2015 foi bom, com bons resultados em mundiais. Mas digo mais: o ciclo foi muito bom. A gente ganhou três mundiais, foram três segundos lugares, e não me lembro de ter um ciclo tão bom antes. Nada é garantia de nada, mas é uma boa indicação - disse Torben.