Carlos Nuzman, Thomas Bach e Eduardo Paes (Foto: VANDERLEI ALMEIDA / AFP)

Nuzman, ao lado do presidente do COI, Thomas Bach, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes (Foto: VANDERLEI ALMEIDA / AFP)

Guilherme Cardoso e Marcelo Laguna
31/07/2016
17:08
Enviados Especiais ao Rio de Janeiro (RJ)


A ausência de diversos atletas russos dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro por conta da ligação com o doping segue gerando repercussão na cidade olímpica. Enquanto alguns defendem a participação daqueles sem ligação com casos de dopagem, outros acreditam que todos os esportistas do país merecem ser punidos, já que houve a participação do próprio governo para acobertar alguns atos ilegais.

Presidente do Comitê Olímpico do Brasil (COB) e também do Comitê Rio-2016, Carlos Arthur Nuzman comentou a situação neste domingo, durante a cerimônia de boas-vindas à delegação brasileira na Vila Olímpica. E para ele, os casos de doping devem ser punidos severamente.

- A tolerância ao doping é zero. É um respeito ao atleta que treina, se dedica e se classifica. Todos aqueles que ultrapassarem isso e quiserem usar de alguns artifícios ou outros, não devem estar nos Jogos. Então, os que estão aqui tiveram seu mérito pela sua capacidade e dedicação. Por isso, tivemos uma delegação grande do Brasil. E sobre aqueles que buscaram outros recursos, que não são os éticos, para poderem estar, realmente apoio a decisão do Comitê Olímpico Internacional e das federações – explicou o dirigente.

Mais de cem russos, de diversas modalidades, estão fora dos Jogos Olímpicos. Entre os principais desfalques, está a bicampeã olímpica no salto com vara Yelena Isinbayeva.