Érika

Érika é uma das principais jogadoras da Seleção feminina (Foto: Foto: Divulgação / Roberta Rodrigues)

Bernardo Cruz
16/01/2016
15:10
Rio de Janeiro (RJ)

A pivô Érika vive uma situação bem atípica em um ano olímpico. Afinal, uma das principais jogadoras da Seleção feminina de basquete está sem clube desde que deixou o Adana Aski, da Turquia, por conta de atraso de salário. Contudo, quem pensa que a jogadora está desesperada com o momento está enganado.

Érika, de 33 anos, declarou que ainda não sabe o que terá no futuro até os Jogos Olímpicos. Contudo, caso não chegue uma proposta interessante, ela declarou que não vê isso como um problema e aproveitará o tempo livre para descansar um pouco.

- Olha no momento não penso nisso (estar sem clube). Neste momento estou muito feliz de estar na Seleção. É algo que amo fazer, defender o meu país.  Então não tenho pressa para definir meu futuro. Depois de domingo vou sentar com meu empresário e conversar, ver o que temos. Caso não role nada, vou aproveitar para descansar. Afinal, a melhor jogadora também merece relaxar um pouco - declarou.

Carioca, Érika mostrou muita felicidade com a possibilidade de atuar na cidade natal e diante dos familiares. Diante de uma atmosfera bem favorável, ela inclusive sonha com a possibilidade de conquistar uma medalha em agosto.

- É muito bom jogar em casa, com a possibilidade da presença da minha família, dos amigos. Acho que será uma energia muito boa e que vai nos ajudar na busca por uma medalha. Não importa qual cor será, mas queremos muito ter essa possibilidade - declarou.


Na abertura do Torneio Internacional Feminino de Basquete, Érika foi um dos destaques da vitória sobre a Venezuela ao marcar 20 pontos e pegar 14 rebotes. Neste sábado, ela estará novamente em quadra no clássico sul-americano contra a Argentina. Austrália e Venezuela fazem o outro jogo do dia