Luciano Correa - Judo (Foto: Divulgação/CBJ)

Luciano Corrêa durante treinamento contra russos no Brasil  (Foto: Divulgação/CBJ)

Guilherme Cardoso
22/01/2016
08:05
São Paulo (SP)

O desempenho abaixo do esperado no Campeonato Mundial do ano passado, quando a equipe levou apenas duas medalhas de bronze, com Érika Miranda (52kg) e Victor Penalber (81kg), fez a Confederação Brasileira de Judô (CBJ) fazer um planejamento diferente neste ano. A Seleção Brasileira se apresentou antes do normal, com um período de treinamento em Pindamonhangaba (SP) entre os dias 6 e 16 de janeiro.

– Começamos a temporada no início deste mês, o que nunca fizemos. Além disso, trouxemos duas escolas para o treinamentos que sempre tivemos dificuldades: Rússia e Azerbaijão. Isso já é uma estratégia de mudança. Ano passado, fomos para a Europa. Agora, fizemos o treino que queríamos para cada atleta e trouxemos uma escola que sempre nos atrapalha. Além disso, fizemos uma grande reunião após o Mundial com professores renomados. Também trouxemos alguns medalhistas olímpicos que estão em inatividade para os treinos – disse o gestor de alto rendimento da CBJ, Ney Wilson ao site do LANCE!.

Para a Olimpíada, a confederação não faz uma previsão de medalhas. Mas espera um bom rendimento.

Vale lembrar que  judô é uma das modalidades mais importantes para o Brasil em Jogos Olímpicos. Na história, foram conquistadas 19 medalhas. Em Londres-2012, foram quatro láureas: ouro de Sarah Menezes e bronze de Mayra Aguiar, Felipe Kitadai e Rafael Silva.