LANCE!
08/08/2016
00:41

Uma denúncia de um pedido de propina do chefe da delegação do atletismo do Quênia, Micheal Rotich, fez com que o ministro dos Esportes do país, Hassan Wario Arero, mandasse o profissional para casa a fim de ser investigado. Entretanto, o representante do Quênia condenou o momento em que as denúncias foram feitas. De acordo com ele, isso pode ser "campanha maliciosa" para tirar o foco dos atletas durante os Jogos. As informações são do Globoesporte.com.

Ainda na Vila Olímpica, Hassan Wario Arero afirmou que o Quênia é um país limpo no quesito controle de antidoping.

- Eu o mandei de volta para casa. Porque nós já estamos fazendo uma investigação. Ele voltou para o Quênia, e a polícia e as autoridades criminais fazem a investigação. É uma notícia antiga, e o momento para divulgá-la é malicioso. Por trás disso há uma vontade de tirar o foco do Quênia. É algo deliberado, absolutamente chocante. Não levamos a sério. O que levamos a sério é que o Quênia é um país que luta contra o doping, é um problema global. É hora de parar com essas denúncias, para nos concentrarmos no assunto mais importante - contou Arero, ao Globoesporte.com.

Michael Roitcb é investigado pelas autoridades de antidopagem depois de ter sido flagrado pedindo propina de atletas em troca de proteção e informações prévias sobre períodos de exames. Segundo a emissora alemã ARD em parceria com o jornal inglês Sunday Times, Rotich teria pedido até 10 mil libras para liberar informações sigilosas sobre o calendário de testes.