Fellipe Lucena e Thiago Ferri
08/02/2017
12:55
São Paulo (SP)

Maurício Galiotte e Leila Pereira confirmaram no início da tarde desta quarta-feira a renovação do contrato entre Palmeiras, Crefisa e FAM por dois anos. Com um acordo que renderá ao clube, pelo menos, R$ 150 milhões no período, o presidente do Verdão comemorou por anunciar o "maior patrocínio da América do Sul". A dona das empresas ainda completou, colocando a camisa do atual campeão brasileiro como uma das 10 mais valiosas do mundo.

- É com muita satisfação que informamos que temos um novo contrato, de dois anos, superior ao anterior. Um contrato que contempla premiação por conquistas em todos os torneios que o Palmeiras participar em 2017 e 2018. É uma satisfação poder divulgar que neste momento temos o maior patrocínio entre todos os clubes da América do Sul - comemorou o dirigente, citando os bônus por títulos neste novo contrato.

- Eu me sinto um pouco responsável por esse sucesso (do clube), porque sem investimento não se faz muita coisa no futebol. É uma grande honra proporcionar isso para o Palmeiras. O nosso Palmeiras está entre as dez camisas mais valiosas do mundo. É com muita honra que a Crefisa e a Faculdade das Américas participam dessa valorização da camisa. Outra coisa importante é salientar que o resultado desse patrocínio tem sido fantástico para nossas empresas. A exposição de marca das nossas empresas na camisa do Palmeiras é arrebatadora. Isso nos estimula - reforçou Leila Pereira.


No último contrato, o Palmeiras recebia R$ 66 milhões por ano para a exposição das marcas no uniforme, além de R$ 12 milhões pelos gastos com Lucas Barrios. Em 2017, o clube receberá R$ 72 milhões apenas pelo patrocínio, e R$ 78 milhões em 2018. Os valores com o atacante paraguaio, que tem contrato até o meio do ano que  vem, agora são tratados em um contrato à parte entre Palmeiras e Crefisa/FAM. Caso o camisa 8 fique até julho de 2018, a patrocinadora pagará mais R$ 18 milhões.

Na última janela de transferências, o Verdão já recebeu quase R$ 30 milhões para negociar as compras de Guerra, Fabiano e de mais 50% dos direitos econômicos de Dudu. Neste caso, o clube em uma futura venda apenas precisa devolver o valor aportado pela patrocinadora. O lucro fica com o Palmeiras.