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20/08/2015
09:04

Quando chegou ao Allianz Parque antes do jogo contra o Cruzeiro, Fernando Prass disse que as bases do novo contrato com o Palmeiras estavam bem encaminhadas. Após a vitória na Copa do Brasil, o goleiro manteve o tom otimista, mas disse que a renovação ainda depende da definição do bônus por produtividade, que, diferentemente do que disse mais cedo, ainda não foi acertado.

- A diferença está no contrato. O tempo de contrato é o menos problemático. O modelo de produtividade que precisa ser definido, e não foi definido ainda. Para mim, não tem problema nenhum. Sou um cara bem tranquilo e tenho noção de que, se eu jogar bastante, mereço ganhar mais. Se eu não estiver em condições de jogar, o salário tem que ser proporcional. Então isso não será problema nenhum - afirmou.

O camisa 1 alviverde tem contrato até o dia 31 de dezembro, e na terça o estafe do jogador se reuniu com o diretor de futebol do Palmeiras, Alexandre Mattos. Prass tem intenção de renovar por mais duas temporadas, e pessoas próximas tanto a ele quanto ao clube não esperam que a negociação se torne uma novela. Na quarta, o jogador reforçou este discurso.

- Se não tivesse nenhuma aresta para aparar, já teria saído (a renovação). Só não saiu porque tem algumas diferenças. Estou aqui há três anos, conheço a realidade do clube, não sou maluco. Pela minha vivência do clube, são diferenças pequenas para se aparar. Com boa vontade das duas partes, conseguimos resolver - acrescentou.

Dono de 131 partidas pelo clube, o arqueiro chegou no fim de 2012, e foi contratado ainda na gestão de Arnaldo Tirone. Seu salário é com valor fixo, sem bônus por partidas disputadas. Para o jogador, a parte financeira não será um problema.

- O meu contrato é da gestão antiga, mas de um momento em que o Palmeiras estava com a corda no pescoço em termos financeiros. Hoje está em situação muito melhor, tanto que fez grandes investimentos. Pelo que conheço do clube, as diferenças são pequenas e vão se resolver logo - completou.

Quando chegou ao Allianz Parque antes do jogo contra o Cruzeiro, Fernando Prass disse que as bases do novo contrato com o Palmeiras estavam bem encaminhadas. Após a vitória na Copa do Brasil, o goleiro manteve o tom otimista, mas disse que a renovação ainda depende da definição do bônus por produtividade, que, diferentemente do que disse mais cedo, ainda não foi acertado.

- A diferença está no contrato. O tempo de contrato é o menos problemático. O modelo de produtividade que precisa ser definido, e não foi definido ainda. Para mim, não tem problema nenhum. Sou um cara bem tranquilo e tenho noção de que, se eu jogar bastante, mereço ganhar mais. Se eu não estiver em condições de jogar, o salário tem que ser proporcional. Então isso não será problema nenhum - afirmou.

O camisa 1 alviverde tem contrato até o dia 31 de dezembro, e na terça o estafe do jogador se reuniu com o diretor de futebol do Palmeiras, Alexandre Mattos. Prass tem intenção de renovar por mais duas temporadas, e pessoas próximas tanto a ele quanto ao clube não esperam que a negociação se torne uma novela. Na quarta, o jogador reforçou este discurso.

- Se não tivesse nenhuma aresta para aparar, já teria saído (a renovação). Só não saiu porque tem algumas diferenças. Estou aqui há três anos, conheço a realidade do clube, não sou maluco. Pela minha vivência do clube, são diferenças pequenas para se aparar. Com boa vontade das duas partes, conseguimos resolver - acrescentou.

Dono de 131 partidas pelo clube, o arqueiro chegou no fim de 2012, e foi contratado ainda na gestão de Arnaldo Tirone. Seu salário é com valor fixo, sem bônus por partidas disputadas. Para o jogador, a parte financeira não será um problema.

- O meu contrato é da gestão antiga, mas de um momento em que o Palmeiras estava com a corda no pescoço em termos financeiros. Hoje está em situação muito melhor, tanto que fez grandes investimentos. Pelo que conheço do clube, as diferenças são pequenas e vão se resolver logo - completou.