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29/08/2015
08:01

Feliz 2015! Esse será o sentimento de Fellype Gabriel quando for chamado por Marcelo Oliveira para entrar em um jogo do Palmeiras. Há um ano fora de combate por problemas físicos, o meia está cada vez mais perto de fazer sua estreia. Pode ser neste domingo, contra o Joinville, no Allianz Parque, quando ele ficará no banco pela quarta vez.

- Estou podendo estar dentro do campo, treinando sem dores, e isso já é uma alegria muito grande, sinto que estou evoluindo. Meus companheiros já estão juntos desde o começo do ano, então a temporada para mim começou agora. É correr atrás, igualar a condição física deles e dar continuidade - disse o camisa 30.

O LANCE! convidou o armador para posar com o novo uniforme cinza do Palmeiras, que será utilizado pela primeira vez contra o Joinville. Ele topou, mas só depois de treinar no gramado e fazer atividades físicas até as 19h, quando a maioria de seus colegas já havia deixado a Academia. Em casa, Fellype certamente encontrou os filhos Yan, de oito anos, e Yasmin, de sete. E lembrou-se que a expectativa da família o deixa ainda mais ansioso para entrar em campo.

Fellype Gabriel posa com novo uniforme para o LANCE! (FOTO: Ale Cabral)

- A pressão em casa é grande, meus filhos cobrando. Eles querem ver o pai jogar, querem ver o pai fazer gol. Torcem, acompanham, e nesses três jogos que fui para o banco eles falaram: “Pô, ele não colocou você!”. Eu explico para eles que já, já vai surgir a oportunidade - contou o meia.

Convocado até para a Seleção Brasileira quando defendia o Botafogo, em 2012, Fellype Gabriel rompeu o ligamento cruzado do joelho esquerdo a serviço do Sharjah FC (EAU), em agosto do ano passado. O retorno ao futebol tinha tudo para acontecer seis meses depois, mas uma fissura em um osso do mesmo joelho atrapalhou os planos.

- É ruim, é muito difícil. Às vezes a gente fica um ou dois meses fora e já fica aquela coisa, imagine um ano... Depois dessa lesão de cruzado eu estava treinando, ia voltar, e senti uma dorzinha. Fui no médico e ele me deu uma infiltração no joelho. Treinei em seguida e trincou o ossinho justamente onde foi a infiltração. Então tudo o que eu tinha ganhado de massa muscular acabei perdendo - relembrou o jogador, que à época já estava insatisfeito com os métodos pouco convencionais utilizados no tratamento de lesões nos Emirados Árabes.

No Palmeiras desde maio, o armador começou a busca para voltar a jogar com trabalhos de força. Hoje, intercala atividades normais no campo com exercícios físicos. A espera, enfim, está acabando.

Parceiro de longa data, Gabriel elogia

Fellype Gabriel reencontrou no Palmeiras Lucas, Gabriel e Rafael Marques, parceiros no Botafogo entre 2012 e 2013. Segundo o volante, que se recupera de uma cirurgia no joelho e volta apenas em 2016, os torcedores vão "adorar" o estilo de jogo e a vontade do camisa 30 em campo.

- É um jogador com uma disciplina tática incrível. Tenho certeza que a torcida vai adorar, porque é um cara que se doa sempre e tem muita qualidade técnica. É um trabalhador, muito humilde, do bem - disse o camisa 18, que mantém uma relação com o armador além do vestiário.

- Já o conheço há algum tempo e fiquei feliz quando soube que ele viria, principalmente pelo que ele pode apresentar dentro de campo. Fora de campo, temos uma amizade bastante sadia - encerrou Gabriel.

Confira um bate-bola exclusivo com Fellype Gabriel:

Como você está? Já se vê pronto para jogar e brigar por vaga?
Venho evoluindo muito bem nos treinamentos e estou pronto, esperando a oportunidade. Fiz bastante trabalho de força aqui. Como fiquei muito tempo parado, precisei ganhar mais força nas pernas. Agora a gente vem trabalhando em conjunto a parte física e também a parte técnica. Isso já tem umas três semanas e a evolução está sendo muito boa.

Você chega a sonhar que está participando de um jogo?
Sonhar, eu não sonho. Mas eu chego em casa, vou deitar e lembro: “Pô, um ano é muito tempo sem jogar”. Bate aquela saudade, sinto muita falta.

Quando estiver de volta, vai disputar vaga em qual posição?
Eu já joguei em várias posições. De meia, pelos lados no 4-2-3-1, de segundo volante também. Não tenho uma posição, estou à disposição para o que o professor precisar. Por isso fico de olho nos jogos, na movimentação de cada um.

Você diz que sofreu nos Emirados Árabes. O que assustou?
As coisas lá ainda estão um pouco atrasadas na parte clínica, então tive alguns momentos difíceis, principalmente na lesão que eu tive. Via algumas coisas acontecendo também com outros jogadores, que fizeram com que eu apressasse minha volta para o Brasil.

A pior história foi a do bife, que você contou quando chegou?
Uma vez eu tomei uma pancada no peito do pé e inchou. O doutor botou um bife no meu pé, mandou eu ir treinar. Treinei com o bife no pé e quando tirei estava bem passado (risos). Ele perguntou se eu queria o bife para o jogo, e lógico que eu falei que não, que usaria só uma espuma. Eles faziam infiltrações e mandavam treinar, botavam areia no pé...

Feliz 2015! Esse será o sentimento de Fellype Gabriel quando for chamado por Marcelo Oliveira para entrar em um jogo do Palmeiras. Há um ano fora de combate por problemas físicos, o meia está cada vez mais perto de fazer sua estreia. Pode ser neste domingo, contra o Joinville, no Allianz Parque, quando ele ficará no banco pela quarta vez.

- Estou podendo estar dentro do campo, treinando sem dores, e isso já é uma alegria muito grande, sinto que estou evoluindo. Meus companheiros já estão juntos desde o começo do ano, então a temporada para mim começou agora. É correr atrás, igualar a condição física deles e dar continuidade - disse o camisa 30.

O LANCE! convidou o armador para posar com o novo uniforme cinza do Palmeiras, que será utilizado pela primeira vez contra o Joinville. Ele topou, mas só depois de treinar no gramado e fazer atividades físicas até as 19h, quando a maioria de seus colegas já havia deixado a Academia. Em casa, Fellype certamente encontrou os filhos Yan, de oito anos, e Yasmin, de sete. E lembrou-se que a expectativa da família o deixa ainda mais ansioso para entrar em campo.

Fellype Gabriel posa com novo uniforme para o LANCE! (FOTO: Ale Cabral)

- A pressão em casa é grande, meus filhos cobrando. Eles querem ver o pai jogar, querem ver o pai fazer gol. Torcem, acompanham, e nesses três jogos que fui para o banco eles falaram: “Pô, ele não colocou você!”. Eu explico para eles que já, já vai surgir a oportunidade - contou o meia.

Convocado até para a Seleção Brasileira quando defendia o Botafogo, em 2012, Fellype Gabriel rompeu o ligamento cruzado do joelho esquerdo a serviço do Sharjah FC (EAU), em agosto do ano passado. O retorno ao futebol tinha tudo para acontecer seis meses depois, mas uma fissura em um osso do mesmo joelho atrapalhou os planos.

- É ruim, é muito difícil. Às vezes a gente fica um ou dois meses fora e já fica aquela coisa, imagine um ano... Depois dessa lesão de cruzado eu estava treinando, ia voltar, e senti uma dorzinha. Fui no médico e ele me deu uma infiltração no joelho. Treinei em seguida e trincou o ossinho justamente onde foi a infiltração. Então tudo o que eu tinha ganhado de massa muscular acabei perdendo - relembrou o jogador, que à época já estava insatisfeito com os métodos pouco convencionais utilizados no tratamento de lesões nos Emirados Árabes.

No Palmeiras desde maio, o armador começou a busca para voltar a jogar com trabalhos de força. Hoje, intercala atividades normais no campo com exercícios físicos. A espera, enfim, está acabando.

Parceiro de longa data, Gabriel elogia

Fellype Gabriel reencontrou no Palmeiras Lucas, Gabriel e Rafael Marques, parceiros no Botafogo entre 2012 e 2013. Segundo o volante, que se recupera de uma cirurgia no joelho e volta apenas em 2016, os torcedores vão "adorar" o estilo de jogo e a vontade do camisa 30 em campo.

- É um jogador com uma disciplina tática incrível. Tenho certeza que a torcida vai adorar, porque é um cara que se doa sempre e tem muita qualidade técnica. É um trabalhador, muito humilde, do bem - disse o camisa 18, que mantém uma relação com o armador além do vestiário.

- Já o conheço há algum tempo e fiquei feliz quando soube que ele viria, principalmente pelo que ele pode apresentar dentro de campo. Fora de campo, temos uma amizade bastante sadia - encerrou Gabriel.

Confira um bate-bola exclusivo com Fellype Gabriel:

Como você está? Já se vê pronto para jogar e brigar por vaga?
Venho evoluindo muito bem nos treinamentos e estou pronto, esperando a oportunidade. Fiz bastante trabalho de força aqui. Como fiquei muito tempo parado, precisei ganhar mais força nas pernas. Agora a gente vem trabalhando em conjunto a parte física e também a parte técnica. Isso já tem umas três semanas e a evolução está sendo muito boa.

Você chega a sonhar que está participando de um jogo?
Sonhar, eu não sonho. Mas eu chego em casa, vou deitar e lembro: “Pô, um ano é muito tempo sem jogar”. Bate aquela saudade, sinto muita falta.

Quando estiver de volta, vai disputar vaga em qual posição?
Eu já joguei em várias posições. De meia, pelos lados no 4-2-3-1, de segundo volante também. Não tenho uma posição, estou à disposição para o que o professor precisar. Por isso fico de olho nos jogos, na movimentação de cada um.

Você diz que sofreu nos Emirados Árabes. O que assustou?
As coisas lá ainda estão um pouco atrasadas na parte clínica, então tive alguns momentos difíceis, principalmente na lesão que eu tive. Via algumas coisas acontecendo também com outros jogadores, que fizeram com que eu apressasse minha volta para o Brasil.

A pior história foi a do bife, que você contou quando chegou?
Uma vez eu tomei uma pancada no peito do pé e inchou. O doutor botou um bife no meu pé, mandou eu ir treinar. Treinei com o bife no pé e quando tirei estava bem passado (risos). Ele perguntou se eu queria o bife para o jogo, e lógico que eu falei que não, que usaria só uma espuma. Eles faziam infiltrações e mandavam treinar, botavam areia no pé...