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24/07/2013
14:57

O ex-jogador Djalma Santos, lateral-direito bicampeão mundial com a Seleção Brasileira em 1958 e 1962, foi reverenciado pela imprensa internacional após falecer na noite dessa terça-feira, aos 84 anos, vítima de uma parada cardiorrespiratória.

O assunto é destaque na página principal do site da Fifa, que traz um trecho de uma entrevista concedida por Djalma em 2010:

- Minha vida eu sempre levei normal. Sempre respeitei o adversário, respeitei o povo que vai assistir. Graças a Deus joguei a vida toda e nunca fui expulso de campo. Por quê? Porque havia respeito. Jogava com lealdade - dizia ele, eleito o melhor lateral da Copa do Mundo de 1958, mesmo que tenha jogado apenas a final como titular.

E MAIS:
> Ex-palmeirenses exaltam Djalma Santos: 'Simples como o Papa'

O Marca, da Espanha, diz que o ídolo mudou o modo de jogar dos laterais. Se antes a única função dos atletas dessa posição era marcar, com Djalma as subidas ao ataque passaram a ser comuns. A análise é parecida à do jornal A Bola, de Portugal, que se refere ao ex-atleta de Portuguesa, Palmeiras e Atlético-PR como "um dos melhores de sempre".

O Bild, da Alemanha, exibe a seguinte manchete: "O Brasil chora por Djalma Santos". O italiano Gazzetta dello Sport salienta que o ex-atleta esteve presente em quatro Mundiais consecutivos, de 1954 a 1966, e o chama de "lenda do futebol".

Djalma Santos será enterrado na tarde desta quarta-feira, em Uberaba, onde ele morava e estava internado há mais de 20 dias com problemas pulmonares.

O craque Djalma Santos deixa saudades ao Futebol Brasileiro

O ex-jogador Djalma Santos, lateral-direito bicampeão mundial com a Seleção Brasileira em 1958 e 1962, foi reverenciado pela imprensa internacional após falecer na noite dessa terça-feira, aos 84 anos, vítima de uma parada cardiorrespiratória.

O assunto é destaque na página principal do site da Fifa, que traz um trecho de uma entrevista concedida por Djalma em 2010:

- Minha vida eu sempre levei normal. Sempre respeitei o adversário, respeitei o povo que vai assistir. Graças a Deus joguei a vida toda e nunca fui expulso de campo. Por quê? Porque havia respeito. Jogava com lealdade - dizia ele, eleito o melhor lateral da Copa do Mundo de 1958, mesmo que tenha jogado apenas a final como titular.

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O Marca, da Espanha, diz que o ídolo mudou o modo de jogar dos laterais. Se antes a única função dos atletas dessa posição era marcar, com Djalma as subidas ao ataque passaram a ser comuns. A análise é parecida à do jornal A Bola, de Portugal, que se refere ao ex-atleta de Portuguesa, Palmeiras e Atlético-PR como "um dos melhores de sempre".

O Bild, da Alemanha, exibe a seguinte manchete: "O Brasil chora por Djalma Santos". O italiano Gazzetta dello Sport salienta que o ex-atleta esteve presente em quatro Mundiais consecutivos, de 1954 a 1966, e o chama de "lenda do futebol".

Djalma Santos será enterrado na tarde desta quarta-feira, em Uberaba, onde ele morava e estava internado há mais de 20 dias com problemas pulmonares.

O craque Djalma Santos deixa saudades ao Futebol Brasileiro