icons.title signature.placeholder Thiago Ferri
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24/08/2015
10:04

Egídio tornou-se uma das principais armas do Palmeiras na sequência de sete partidas sem perder no Brasileiro, mas seu rendimento caiu muito recentemente. Substituído no domingo, o próprio lateral-esquerdo admitiu que não está bem, e justificou que os adversários têm explorado muito o seu lado, sobrecarregando a marcação no setor.

- Acho que já tem uns dois ou três jogos que os times que vêm jogar com a gente botam o meia deles para me cobrir até o fim, faz dobradinha em mim, vem dois para trabalhar ali. Isto sobrecarregou meu lado, tanto que saí (para a entrada de Robinho, deslocando Zé para a lateral), não fiquei chateado, mas é chato. Temos que encontrar nosso caminho como nas vitórias seguidas - justificou.

O lateral é o quinto atleta que mais desarma no Brasileiro e o líder do quesito no Verdão, com 66 roubadas de bola, líder em assistências da equipe, mas teve uma partida ruim defensivamente diante do Atlético-MG, no Independência. Luan explorou bastante o espaço nas costas do palmeirense, provocado pela torcida do Galo (ele foi bi-brasileiro pelo Cruzeiro) e substituído no intervalo. Marcelo Oliveira sabe que precisa trabalhar para reencontrar a confiança do jogador.

- O Egídio não foi bem, perdeu bolas que não costuma perder. Está oscilando um pouco. Lá no nosso estádio tem jogado um pouco melhor, tem um apelo mais ofensivo e por isso troquei. Temos de estar atentos a isto. Tem a opção do Zé, que é um sacrifício, porque é experiente, mas aguenta bem, sempre aguenta, e o João Paulo, que está voltando de lesão. Vamos estar atentos a isto, e dar moral ao Egídio, para que ele possa jogar o que ele sabe recentemente, porque é importante. Tem de marcar bem primeiro para subir ao ataque. Gostei da formação do segundo tempo - disse o comandante.

Egídio tornou-se uma das principais armas do Palmeiras na sequência de sete partidas sem perder no Brasileiro, mas seu rendimento caiu muito recentemente. Substituído no domingo, o próprio lateral-esquerdo admitiu que não está bem, e justificou que os adversários têm explorado muito o seu lado, sobrecarregando a marcação no setor.

- Acho que já tem uns dois ou três jogos que os times que vêm jogar com a gente botam o meia deles para me cobrir até o fim, faz dobradinha em mim, vem dois para trabalhar ali. Isto sobrecarregou meu lado, tanto que saí (para a entrada de Robinho, deslocando Zé para a lateral), não fiquei chateado, mas é chato. Temos que encontrar nosso caminho como nas vitórias seguidas - justificou.

O lateral é o quinto atleta que mais desarma no Brasileiro e o líder do quesito no Verdão, com 66 roubadas de bola, líder em assistências da equipe, mas teve uma partida ruim defensivamente diante do Atlético-MG, no Independência. Luan explorou bastante o espaço nas costas do palmeirense, provocado pela torcida do Galo (ele foi bi-brasileiro pelo Cruzeiro) e substituído no intervalo. Marcelo Oliveira sabe que precisa trabalhar para reencontrar a confiança do jogador.

- O Egídio não foi bem, perdeu bolas que não costuma perder. Está oscilando um pouco. Lá no nosso estádio tem jogado um pouco melhor, tem um apelo mais ofensivo e por isso troquei. Temos de estar atentos a isto. Tem a opção do Zé, que é um sacrifício, porque é experiente, mas aguenta bem, sempre aguenta, e o João Paulo, que está voltando de lesão. Vamos estar atentos a isto, e dar moral ao Egídio, para que ele possa jogar o que ele sabe recentemente, porque é importante. Tem de marcar bem primeiro para subir ao ataque. Gostei da formação do segundo tempo - disse o comandante.