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27/08/2015
08:08

Dono de atuação impecável contra o Cruzeiro, Gabriel Jesus não parecia entender o que fez no gramado do Mineirão. Depois de marcar dois belos gols, dar uma assistência para Barrios e ainda causar a expulsão de Bruno Rodrigo, o atacante de 18 anos manteve sua postura tímida ao falar da vitória que colocou o Palmeiras nas quartas de final da Copa do Brasil. O assédio ele já sentiu minutos após a partida.

Enquanto conversava com os jornalistas próximo ao ônibus para deixar o estádio, o camisa 33 ouvia de torcedores gritos de "Gabriel, Gabriel!", em alusão à famosa entrevista do ex-técnico Oswaldo de Oliveira, no Campeonato Paulista. Depois, seguiu o ritual do restante da delegação e posou para fotos. Em casa, a vontade de falar com o jogador também era grande.

- Vou sentar quietinho (no ônibus de volta), o celular está vibrando para caramba. Deve ser minha mãe, meus familiares, amigos. Vou ficar quietinho ali - disse o atacante antes de abrir um largo sorriso.

Gabriel resumiu o sentimento pela atuação no dia do aniversário de 101 anos do Verdão: afirmou que estava desorientado. Era difícil até conseguir explicar quando soube que seria titular - o garoto entrou bem no segundo tempo do jogo contra o Atlético-MG, domingo, mas não era esperado que ele começasse contra o Cruzeiro. Tudo se definiu no treino de terça-feira, fechado para a imprensa.

- Fiquei sabendo que ia jogar, estou até desnorteado...na segunda, né, que a gente treinou. Não, na terça, ontem. Então ele (Marcelo Oliveira) me passou tranquilidade, falou para eu demonstrar meu futebol, marcando, juntando, com compromisso, mas para jogar com a bola. Pude mostrar meu futebol - acrescentou.

O futebol que Gabriel diz mostrado fez o palmeirense entender por que o garoto surgiu como um fenômeno na base alviverde. Esse foi seu 16º jogo com a camisa alviverde, e nele fez o segundo e terceiro gols pelos profissionais - o primeiro saiu contra o ASA-AL, também na Copa do Brasil. Depois de colocar Rafael Marques no banco, ele se recusa a falar na titularidade. 'Quietinho', diz apenas estar à disposição de Marcelo Oliveira.

- Cara, todos me elogiaram, deram parabéns, mas não dá para ficar satisfeito. É um começo e um jogo. Pelo jeito que eu subi, pretendo fazer mais jogos assim. Meus companheiros me deixaram bem tranquilos, e demonstrei meu futebol assim. Estou trabalhando diariamente, correndo nos treinos, e aqui o elenco é muito forte. Quero jogar como todos, mas respeito a opinião do técnico e quando precisar vou estar à disposição ali - encerrou.



Dono de atuação impecável contra o Cruzeiro, Gabriel Jesus não parecia entender o que fez no gramado do Mineirão. Depois de marcar dois belos gols, dar uma assistência para Barrios e ainda causar a expulsão de Bruno Rodrigo, o atacante de 18 anos manteve sua postura tímida ao falar da vitória que colocou o Palmeiras nas quartas de final da Copa do Brasil. O assédio ele já sentiu minutos após a partida.

Enquanto conversava com os jornalistas próximo ao ônibus para deixar o estádio, o camisa 33 ouvia de torcedores gritos de "Gabriel, Gabriel!", em alusão à famosa entrevista do ex-técnico Oswaldo de Oliveira, no Campeonato Paulista. Depois, seguiu o ritual do restante da delegação e posou para fotos. Em casa, a vontade de falar com o jogador também era grande.

- Vou sentar quietinho (no ônibus de volta), o celular está vibrando para caramba. Deve ser minha mãe, meus familiares, amigos. Vou ficar quietinho ali - disse o atacante antes de abrir um largo sorriso.

Gabriel resumiu o sentimento pela atuação no dia do aniversário de 101 anos do Verdão: afirmou que estava desorientado. Era difícil até conseguir explicar quando soube que seria titular - o garoto entrou bem no segundo tempo do jogo contra o Atlético-MG, domingo, mas não era esperado que ele começasse contra o Cruzeiro. Tudo se definiu no treino de terça-feira, fechado para a imprensa.

- Fiquei sabendo que ia jogar, estou até desnorteado...na segunda, né, que a gente treinou. Não, na terça, ontem. Então ele (Marcelo Oliveira) me passou tranquilidade, falou para eu demonstrar meu futebol, marcando, juntando, com compromisso, mas para jogar com a bola. Pude mostrar meu futebol - acrescentou.

O futebol que Gabriel diz mostrado fez o palmeirense entender por que o garoto surgiu como um fenômeno na base alviverde. Esse foi seu 16º jogo com a camisa alviverde, e nele fez o segundo e terceiro gols pelos profissionais - o primeiro saiu contra o ASA-AL, também na Copa do Brasil. Depois de colocar Rafael Marques no banco, ele se recusa a falar na titularidade. 'Quietinho', diz apenas estar à disposição de Marcelo Oliveira.

- Cara, todos me elogiaram, deram parabéns, mas não dá para ficar satisfeito. É um começo e um jogo. Pelo jeito que eu subi, pretendo fazer mais jogos assim. Meus companheiros me deixaram bem tranquilos, e demonstrei meu futebol assim. Estou trabalhando diariamente, correndo nos treinos, e aqui o elenco é muito forte. Quero jogar como todos, mas respeito a opinião do técnico e quando precisar vou estar à disposição ali - encerrou.