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25/08/2015
07:05

Perder para o Atlético-MG significou ao Palmeiras mais do que a quarta derrota nos últimos cinco jogos no Brasileiro; serviu para mudar a perspectiva no grupo. Os jogadores não falam mais em conquistar o Nacional após o badalado elenco não corresponder aos últimos desfalques. Pensando agora no G4, o Verdão vê na Copa do Brasil a grande chance de terminar 2015 com algum título.

No ano, foram 24 contratações, ainda sem contar Thiago Santos, e desde o começo os atletas falam em conseguir “grandes feitos” na temporada. A lesão de Gabriel, aliada aos recentes desfalques de Arouca e Cleiton Xavier, foi um duro golpe nas pretensões alviverdes. O time, agora perdido na marcação, oscila muito, como no domingo, quando fez um péssimo primeiro tempo, mas no fim sufocou o Galo no Horto.

Amaral, Andrei Girotto e Zé Roberto, titulares do meio-campo no fim de semana, não conseguiram fazer a bola parar no setor, que melhorou um pouco após a entrada de Robinho. O primeiro tempo no Independência assustou Marcelo Oliveira e deve gerar mudanças para o duelo com o Cruzeiro.

Os jogadores nem falam mais que é necessário conversar para se acertar. Dudu cobra mais marcação, Egídio admitiu que está mal, mas justifica que seu setor está sobrecarregado defensivamente...a ordem agora é ter mais posse de bola, que curiosamente era o “problema” até a chegada de Marcelo. O Verdão dominava os jogos em posse de bola, só que criava pouco. Com o bicampeão brasileiro, isto se inverteu na série de oito partidas sem perder. Agora, o Palmeiras marca gols cedo, dá campo aos adversários e leva pressão, problema já diagnosticado pelo grupo.

– Vamos ter momentos no jogo em que não teremos a posse de bola, mas vamos agredir muito. Quem tem um poder ofensivo como o do Palmeiras, fica pouco com a bola, porque quando tem a posse quer agredir. Temos de buscar um equilíbrio, para saber a hora certa de atacar e de ficar com a bola. Precisamos corrigir isto – analisou Zé Roberto.

Nesta quarta, um empate dá a vaga ao Verdão nas quartas de final. Assim, o time mantém viva a chance de ser campeão e a tranquilidade no clube.


Zé Roberto durante o jogo contra o Atlético-MG (Foto: Thomas Santos/AGIF)

OS ÚLTIMOS PROBLEMAS

Victor Ramos
Perdeu as últimas quatro partidas, sendo três por lesão. Jackson e Leandro Almeida foram usados, mas não conseguiram empolgar. O camisa 3 pode voltar quarta, contra o Cruzeiro.

Gabriel
Lesionou o joelho esquerdo e volta só em 2016. Ele e Arouca eram os motores do meio-campo, e desde sua saída a defesa está desprotegida.

Arouca
Ficou mais sobrecarregado sem Gabriel, sofreu uma lesão na coxa esquerda ante o Cruzeiro e foi desfalque diante do Galo. É improvável que volte nesta quarta, contra a Raposa.

Cleiton Xavier
Faria seu segundo jogo como titular, mas no fim do treino de sábado machucou a coxa direita. A lesão foi no músculo reto femural, o do chute, e deve tirá-lo por cerca de um mês dos gramados. O problema é semelhante ao que teve Alecsandro, no fim de junho.

Perder para o Atlético-MG significou ao Palmeiras mais do que a quarta derrota nos últimos cinco jogos no Brasileiro; serviu para mudar a perspectiva no grupo. Os jogadores não falam mais em conquistar o Nacional após o badalado elenco não corresponder aos últimos desfalques. Pensando agora no G4, o Verdão vê na Copa do Brasil a grande chance de terminar 2015 com algum título.

No ano, foram 24 contratações, ainda sem contar Thiago Santos, e desde o começo os atletas falam em conseguir “grandes feitos” na temporada. A lesão de Gabriel, aliada aos recentes desfalques de Arouca e Cleiton Xavier, foi um duro golpe nas pretensões alviverdes. O time, agora perdido na marcação, oscila muito, como no domingo, quando fez um péssimo primeiro tempo, mas no fim sufocou o Galo no Horto.

Amaral, Andrei Girotto e Zé Roberto, titulares do meio-campo no fim de semana, não conseguiram fazer a bola parar no setor, que melhorou um pouco após a entrada de Robinho. O primeiro tempo no Independência assustou Marcelo Oliveira e deve gerar mudanças para o duelo com o Cruzeiro.

Os jogadores nem falam mais que é necessário conversar para se acertar. Dudu cobra mais marcação, Egídio admitiu que está mal, mas justifica que seu setor está sobrecarregado defensivamente...a ordem agora é ter mais posse de bola, que curiosamente era o “problema” até a chegada de Marcelo. O Verdão dominava os jogos em posse de bola, só que criava pouco. Com o bicampeão brasileiro, isto se inverteu na série de oito partidas sem perder. Agora, o Palmeiras marca gols cedo, dá campo aos adversários e leva pressão, problema já diagnosticado pelo grupo.

– Vamos ter momentos no jogo em que não teremos a posse de bola, mas vamos agredir muito. Quem tem um poder ofensivo como o do Palmeiras, fica pouco com a bola, porque quando tem a posse quer agredir. Temos de buscar um equilíbrio, para saber a hora certa de atacar e de ficar com a bola. Precisamos corrigir isto – analisou Zé Roberto.

Nesta quarta, um empate dá a vaga ao Verdão nas quartas de final. Assim, o time mantém viva a chance de ser campeão e a tranquilidade no clube.


Zé Roberto durante o jogo contra o Atlético-MG (Foto: Thomas Santos/AGIF)

OS ÚLTIMOS PROBLEMAS

Victor Ramos
Perdeu as últimas quatro partidas, sendo três por lesão. Jackson e Leandro Almeida foram usados, mas não conseguiram empolgar. O camisa 3 pode voltar quarta, contra o Cruzeiro.

Gabriel
Lesionou o joelho esquerdo e volta só em 2016. Ele e Arouca eram os motores do meio-campo, e desde sua saída a defesa está desprotegida.

Arouca
Ficou mais sobrecarregado sem Gabriel, sofreu uma lesão na coxa esquerda ante o Cruzeiro e foi desfalque diante do Galo. É improvável que volte nesta quarta, contra a Raposa.

Cleiton Xavier
Faria seu segundo jogo como titular, mas no fim do treino de sábado machucou a coxa direita. A lesão foi no músculo reto femural, o do chute, e deve tirá-lo por cerca de um mês dos gramados. O problema é semelhante ao que teve Alecsandro, no fim de junho.