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26/08/2015
07:30

Há um ano, o Palmeiras festejava seu centésimo aniversário com um sorriso amarelo. Estava na 16ª posição do Brasileirão e no dia seguinte perderia em casa para o Atlético-MG, no jogo de ida pelas oitavas de final da Copa do Brasil. Nesta quarta-feira, o clube completa 101 anos navegando em águas muito mais calmas: é o 5º colocado do Brasileirão e fará o jogo de volta contra o Cruzeiro, às 22h, novamente pelas oitavas da Copa do Brasil, com a vantagem de ter vencido em São Paulo. E pode ficar melhor...

- Não tenho dúvida nenhuma de que nós revertemos toda a tendência negativa dos últimos tempos. Hoje o Palmeiras está embicado para cima, para onde nós todos queremos que ele chegue. Mas a bola não entrou ainda. Ou seja, temos muito o que fazer - disse o presidente Paulo Nobre, em discurso cheio de otimismo no banquete de aniversário, na noite de segunda, no Espaço das Américas.

Além de chegar ao 101 aniversário com elenco indiscutivelmente melhor do que o do centenário, o clube tem um alicerce muito maior fora de campo. Depois de passar todo o primeiro mandato de Paulo Nobre (2013 e 2014) sem um patrocinador, o Palmeiras hoje recebe cerca de R$ 60 milhões anuais de Crefisa e FAM, suas maiores parceiras, além dos R$ 5 milhões da Prevent Senior. É, de longe, a camisa mais valiosa do país.

Outra grande fonte de receita é o Allianz Parque, que não havia sido inaugurado no dia do centenário e hoje, só com a renda das partidas, representa mais do que um patrocinador máster para os cofres alviverdes. O mesmo se aplica ao programa de sócio-torcedor, hoje com quase 130 mil inscritos – de acordo com Nobre, o lucro equivale a dois patrocínios na parte frontal da camisa.

Paulo Nobre discursa durante festa: o 1º ano de um novo século (FOTO: Fabio Menotti/Palmeiras)

- Não adiantamos um real de receita da gestão 2015/2016, e isso nos possibilitou investir no futebol e ganhar o respeito no meio. É com muita satisfação que eu percebo que tudo que foi plantado a duríssimas penas nos primeiros dois anos de gestão está dando frutos agora - acrescentou o mandatário verde.

No fim da cerimônia, que teve homenagens a goleiros históricos do clube, exposição de troféus e show dos Titãs, Nobre se juntou a um grupo que cantava o hino do clube a plenos pulmões. Junto dele, o diretor Alexandre Mattos, outra “novidade pós-centenário”, que portou-se como legítimo torcedor.

- Tive a honra de estar nesse evento no ano passado, mas foi como dirigente do Cruzeiro. Tenho muita felicidade de hoje participar do processo diretivo do clube, sabendo da expectativa criada por tudo que vem mudando no Palmeiras. Por ser o início de uma etapa, sabíamos que as dificuldades viriam, e estão vindo realmente. Mas o Palmeiras resgatou uma série de situações que tinham se perdido em determinado momento - disse Mattos.


Há um ano, o Palmeiras festejava seu centésimo aniversário com um sorriso amarelo. Estava na 16ª posição do Brasileirão e no dia seguinte perderia em casa para o Atlético-MG, no jogo de ida pelas oitavas de final da Copa do Brasil. Nesta quarta-feira, o clube completa 101 anos navegando em águas muito mais calmas: é o 5º colocado do Brasileirão e fará o jogo de volta contra o Cruzeiro, às 22h, novamente pelas oitavas da Copa do Brasil, com a vantagem de ter vencido em São Paulo. E pode ficar melhor...

- Não tenho dúvida nenhuma de que nós revertemos toda a tendência negativa dos últimos tempos. Hoje o Palmeiras está embicado para cima, para onde nós todos queremos que ele chegue. Mas a bola não entrou ainda. Ou seja, temos muito o que fazer - disse o presidente Paulo Nobre, em discurso cheio de otimismo no banquete de aniversário, na noite de segunda, no Espaço das Américas.

Além de chegar ao 101 aniversário com elenco indiscutivelmente melhor do que o do centenário, o clube tem um alicerce muito maior fora de campo. Depois de passar todo o primeiro mandato de Paulo Nobre (2013 e 2014) sem um patrocinador, o Palmeiras hoje recebe cerca de R$ 60 milhões anuais de Crefisa e FAM, suas maiores parceiras, além dos R$ 5 milhões da Prevent Senior. É, de longe, a camisa mais valiosa do país.

Outra grande fonte de receita é o Allianz Parque, que não havia sido inaugurado no dia do centenário e hoje, só com a renda das partidas, representa mais do que um patrocinador máster para os cofres alviverdes. O mesmo se aplica ao programa de sócio-torcedor, hoje com quase 130 mil inscritos – de acordo com Nobre, o lucro equivale a dois patrocínios na parte frontal da camisa.

Paulo Nobre discursa durante festa: o 1º ano de um novo século (FOTO: Fabio Menotti/Palmeiras)

- Não adiantamos um real de receita da gestão 2015/2016, e isso nos possibilitou investir no futebol e ganhar o respeito no meio. É com muita satisfação que eu percebo que tudo que foi plantado a duríssimas penas nos primeiros dois anos de gestão está dando frutos agora - acrescentou o mandatário verde.

No fim da cerimônia, que teve homenagens a goleiros históricos do clube, exposição de troféus e show dos Titãs, Nobre se juntou a um grupo que cantava o hino do clube a plenos pulmões. Junto dele, o diretor Alexandre Mattos, outra “novidade pós-centenário”, que portou-se como legítimo torcedor.

- Tive a honra de estar nesse evento no ano passado, mas foi como dirigente do Cruzeiro. Tenho muita felicidade de hoje participar do processo diretivo do clube, sabendo da expectativa criada por tudo que vem mudando no Palmeiras. Por ser o início de uma etapa, sabíamos que as dificuldades viriam, e estão vindo realmente. Mas o Palmeiras resgatou uma série de situações que tinham se perdido em determinado momento - disse Mattos.