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19/08/2015
16:34

A vaga mais esperada do mercado de pilotos da F-1 neste ano ficou com seu ocupante atual. Enquanto havia a expectativa se a Ferrari apostaria na juventude do finlandês Valtteri Bottas, o time optou por renovar com Kimi Raikkonen por mais uma temporada. Um claro sinal de que seus diretores preferiram a continuidade do ambiente atual, mirando mais a médio do que a longo prazo.

O que faz sentido. Na Ferrari de 2015, uma das únicas peças-chave remanescentes do ano anterior é justamente o finlandês. Saíram quase todos, do presidente Luca di Montezemolo a diversos engenheiros importantes - incluindo a grande estrela do time, o espanhol Fernando Alonso.

O salto neste ano foi notável. O motor passou a ser o segundo do grid e o time rapidamente encontrou o caminho das vitórias - em duas corridas circunstanciais, mas merecidas.

O líder natural do time é Sebastian Vettel: chegou em Maranello para viver seu sonho, venceu logo na segunda corrida e, no geral, tem tido um desempenho claramente superior ao de Raikkonen - 8 a 2 nas classificações e chegou cinco vezes à frente do companheiro, contra duas do finlandês.

Mas Raikkonen é uma peça que, a curto prazo, funciona muito bem. Por conhecer o carro do ano passado, sua comparação é importante para o desenvolvimento do atual. E ainda que não tenha extraído o potencial do novo modelo em número de pontos, se classifica em geral com um tempo próximo ao do alemão.

Kimi Raikkonen pilotará pela Ferrari em mais uma temporada (Foto: AFP)

Mais do que isso, Raikkonen garante um clima muito positivo dentro dos boxes, sem o menor traço de politicagem. Na Ferrari, um ambiente raro - e importante se o time quer voltar ao topo.

Bottas (ou Hülkenberg, ou outra opção mais jovem) ficam para 2017. Até lá, a Ferrari espera continuar a curva ascendente que tomou neste ano. Se conseguir, mostrará que a decisão tomada hoje foi a mais acertada.

A vaga mais esperada do mercado de pilotos da F-1 neste ano ficou com seu ocupante atual. Enquanto havia a expectativa se a Ferrari apostaria na juventude do finlandês Valtteri Bottas, o time optou por renovar com Kimi Raikkonen por mais uma temporada. Um claro sinal de que seus diretores preferiram a continuidade do ambiente atual, mirando mais a médio do que a longo prazo.

O que faz sentido. Na Ferrari de 2015, uma das únicas peças-chave remanescentes do ano anterior é justamente o finlandês. Saíram quase todos, do presidente Luca di Montezemolo a diversos engenheiros importantes - incluindo a grande estrela do time, o espanhol Fernando Alonso.

O salto neste ano foi notável. O motor passou a ser o segundo do grid e o time rapidamente encontrou o caminho das vitórias - em duas corridas circunstanciais, mas merecidas.

O líder natural do time é Sebastian Vettel: chegou em Maranello para viver seu sonho, venceu logo na segunda corrida e, no geral, tem tido um desempenho claramente superior ao de Raikkonen - 8 a 2 nas classificações e chegou cinco vezes à frente do companheiro, contra duas do finlandês.

Mas Raikkonen é uma peça que, a curto prazo, funciona muito bem. Por conhecer o carro do ano passado, sua comparação é importante para o desenvolvimento do atual. E ainda que não tenha extraído o potencial do novo modelo em número de pontos, se classifica em geral com um tempo próximo ao do alemão.

Kimi Raikkonen pilotará pela Ferrari em mais uma temporada (Foto: AFP)

Mais do que isso, Raikkonen garante um clima muito positivo dentro dos boxes, sem o menor traço de politicagem. Na Ferrari, um ambiente raro - e importante se o time quer voltar ao topo.

Bottas (ou Hülkenberg, ou outra opção mais jovem) ficam para 2017. Até lá, a Ferrari espera continuar a curva ascendente que tomou neste ano. Se conseguir, mostrará que a decisão tomada hoje foi a mais acertada.