icons.title signature.placeholder Luis Fernando Ramos
icons.title signature.placeholder Luis Fernando Ramos
25/08/2015
16:43

Com 1m93 de altura, Justin Wilson ouviu inúmeras vezes em sua carreira de que deveria se dedicar aos carros de turismo ou aos protótipos. Nos monopostos, sempre sofreria no espaço apertado de um cockpit e não era bem visto pelos projetistas, que preferem sempre pilotos menores para otimizar a aerodinâmica até os mínimos detalhes.

Nada que atrapalhasse sua determinação. O conheci em 1999, seu ano de estreia na F-3000. Era o auge da categoria antecessora da GP2, com mais de 40 pilotos disputando 26 vagas no grid. Mesmo sem experiência prévia, Wilson foi um dos poucos a passar do corte em todas as etapas disputadas. Nos bastidores, se mostrava um cara tranquilo, sempre sorridente ainda que um pouco tímido. De maneira nenhuma tratava seus adversários como inimigos, sempre como colegas.

O título da F-3000 veio em 2001, de forma arrasadora: dez pódios em doze provas disputadas. A passagem pela F-1 aconteceu dois anos depois. Wilson fez onze provas pela Minardi e cinco pela Jaguar, substituindo o brasileiro Antonio Pizzonia. Sem vaga para o ano seguinte, foi correr na Fórmula Indy. Foram onze temporadas completas, dois vice-campeonatos e quatro vitórias, quase sempre correndo em equipes menores. Neste ano, Wilson fez apenas provas esporádicas pela equipe Andretti.

Aos 37 anos de idade, ainda demonstrava que a paixão por correr de monopostos continuava sobrepujando sua elevada estatura.

Com 1m93 de altura, Justin Wilson ouviu inúmeras vezes em sua carreira de que deveria se dedicar aos carros de turismo ou aos protótipos. Nos monopostos, sempre sofreria no espaço apertado de um cockpit e não era bem visto pelos projetistas, que preferem sempre pilotos menores para otimizar a aerodinâmica até os mínimos detalhes.

Nada que atrapalhasse sua determinação. O conheci em 1999, seu ano de estreia na F-3000. Era o auge da categoria antecessora da GP2, com mais de 40 pilotos disputando 26 vagas no grid. Mesmo sem experiência prévia, Wilson foi um dos poucos a passar do corte em todas as etapas disputadas. Nos bastidores, se mostrava um cara tranquilo, sempre sorridente ainda que um pouco tímido. De maneira nenhuma tratava seus adversários como inimigos, sempre como colegas.

O título da F-3000 veio em 2001, de forma arrasadora: dez pódios em doze provas disputadas. A passagem pela F-1 aconteceu dois anos depois. Wilson fez onze provas pela Minardi e cinco pela Jaguar, substituindo o brasileiro Antonio Pizzonia. Sem vaga para o ano seguinte, foi correr na Fórmula Indy. Foram onze temporadas completas, dois vice-campeonatos e quatro vitórias, quase sempre correndo em equipes menores. Neste ano, Wilson fez apenas provas esporádicas pela equipe Andretti.

Aos 37 anos de idade, ainda demonstrava que a paixão por correr de monopostos continuava sobrepujando sua elevada estatura.