freestyle

Foto: Best Trick

LANCE!
07/09/2016
09:26
Brasil

O Brasileiro de Freestyle Motocross retoma as atividades para acabar com longo hiato de competições oficiais da modalidade no País. Sancionada pela Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM), a temporada 2016 terá abertura em 10 e 11 de setembro, na cidade de Ourinhos (SP). Campeonato que chega renovado. Sobretudo, pela criação das categorias Máster e Júnior, complementares à principal Pró, e pelo plano de realizar três eventos este ano.


A primeira etapa do Brasileiro de Freestyle Motocross será uma das atrações do Ourinhos Motofest. A união ao encontro de motociclistas significa expor a modalidade à público massivo. Aspecto importante para desenvolver o esporte a longo prazo. Visão complementada pela inclusão das categorias Júnior e Máster. Que juntam-se a até então exclusiva Pró.


As categorias Júnior e Máster foram pensadas para atrair novos pilotos ao freestyle motocross e aumentar a longevidade dos experientes em atividade. A Júnior é voltada aos estreantes, com idade mínima de 18 anos. Comparada a Máster e Pró contará com rampas mais próximas às recepções. Posicionadas entre 15 e 17 metros de distância. E restrita a uma seção de saltos. Já a Máster segue os moldes da Pró, mas é reservada aos pilotos com experiência em competições e idade superior a 32 anos.


Trata-se de iniciativa inovadora. Pela primeira vez uma competição de freestyle motocross será dividida em três categorias. E tudo indica que além dos objetivos principais, aproximar as duas pontas de pilotos (Júnior e Máster) renderá efeito colateral positivo: atmosfera propícia para os estreantes absorverem a bagagem dos mais experimentados. Que por sua vez serão estimulados pelo sopro de energia dos novatos.


Orquestrando este plano estão quatro nomes pioneiros do FMX no Brasil: Jorge Negretti, Cyro de Oliveira, Natan Azevedo e Giancarlo Bergamini. Membros da comissão responsável pela organização esportiva e diretrizes de julgamento.


Toda a ação ocorrerá num ambiente sintonizado ao modelo mais difundido das provas Freestyle mundo afora: duas seções de saltos paralelas, com uma recepção cada e rampas de metal posicionadas entre 21 e 23 metros de distância. Arranjo que proporciona dinamismo ao levar competidores das classes Máster e Pró a percorrerem trajetória circular.