Eduardo Lucizano
01/02/2016
07:00
São Paulo (SP)

Campeão do Mundo com a Seleção Brasileira em 2002 e da Liga dos Campeões pela Inter de Milão em 2010, o zagueiro brasileiro Lúcio escalou a sua seleção dos sonhos com quatro estrangeiros, sendo dois argentinos. Aos 37 anos, o veterano nem pensa em aposentadoria, após ser vice-campeão na Índia com o Goa.

Enquanto o torneio nacional indiano não começa, Lúcio negocia para jogar o primeiro semestre no Brasil ou na Europa, mas teve tempo de contar ao LANCE! sua seleção dos melhores com quem já jogou.

- Tenho algumas opções, no Brasil, na Alemanha e na Espanha. No campeonato indiano eu fui muito bem, ainda consigo manter o nível de competição. Estou ansioso para acertar logo e voltar a jogar.

Goleiro: Marcos

- Foi importante na Copa de 2002, nos passava confiança, tínhamos entrosamento e a qualidade dele era impressionante. Além disso, se relacionava bem com todos.

Lateral-direito: Cafu
- Ele foi o grande cara da posição, tinha muita força, era líder, um amigo, parceiro mesmo, se destacava.

Lateral-esquerdo: Roberto Carlos
- Por tudo aquilo que ele fez, a históri dele, ganhou muitos títulos, o melhor lateral-esquerdo que vi.

Zagueiro: Lúcio
- Meu dia-a-dia de treino é muito bom, me dedico. Tive a felicidade de participar de grandes clubes, uma história de muitos títulos.

Zagueiro: Walter Samuel
- Zagueiro sério, que joga duro, concentrado, a gente jogou dois anos em alto nível na Inter, ganhamos muitos títulos juntos.

Volante: Javier Zanetti
- Jogou de cabeça de área e lateral, tinha liderança, era comprometido com o time, um dos melhores com quem joguei.

Meia: Ronaldinho
- A qualidade que ele tem é enorme, um cara objetivo. Quando jogávamos juntos, ele tinha a direção do gol, era o cara diferente.

Meia: Sneijder
- Na Inter ele fez uma belíssima temporada, na Copa do Mundo de 2010 também. Ele merecia estar entre os três melhores da Copa.

Meia: Rivaldo
- Um cara sério, determinado, de qualidade técnica e história. Decidia os jogos, mas não era tão falado. Objetivo e preferia fazer o gol em vez de 'embelezar' a jogada.

Atacante: Ronaldo
- Foi um jogador quase que completo. Forte, veloz, habilidoso, fazia muitos gols. A bola aérea não era seu forte, mas seu estilo compensava.

Atacante: Eto'o
- Tinha a velocidade e ajudava na criação, além de saber fazer gols. Era leve.