icons.title signature.placeholder Jonas Moura
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25/08/2015
16:25

O Flamengo conta os dias para o aguardado reencontro com o Orlando Magic, em partida válida pela pré-temporada da NBA e marcada para o dia 17 de outubro, na HSBC Arena, no Rio de Janeiro. Mais do que a expectativa por uma revanche depois do revés sofrido no ano passado (106 a 88) em Orlando, o clube quer aproveitar os frutos da aproximação do Brasil com a liga americana de basquete.

Em coletiva de apresentação do confronto, realizada nesta terça-feira, no Rio, o ala-armador Marcelinho Machado se mostrou otimista com o cenário da modalidade. Se hoje ele tem a chance de enfrentar uma equipe da principal competição do mundo, no passado era difícil até ver os jogos.

– Lembro que a primeira vez em que eu assisti a NBA foi segurando a antena da televisão pela janela da casa do meu pai. Hoje, basta trocar de canal que sempre passam. Era uma partida do Los Angeles Lakers contra o Detroit Pistons, na época do Magic Johnson. Foi marcante – contou.

Esta será a primeira vez que a NBA realizará um confronto envolvendo um time brasileiro por aqui. No ano passado, a liga desembarcou no Rio para promover o duelo que terminou em vitória do Cleveland Cavaliers, de LeBron James, sobre o Miami Heat. Em 2013, Chicago Bulls venceu o Washington Wizards, no primeiro jogo da NBA no Brasil.

A venda do segundo lote de ingressos começa nesta quarta-feira, pelo site www.tudus.com.br. Os preços variam de R$ 80 a R$ 600, mas haverá a possibilidade de meia-entrada.

– A abertura da NBA para o mundo equilibrou os campeonatos mundiais. Há jogadores internacionais que encaram equipes da NBA com certa tranquilidade, sem aquela sensação do inesperado. Assistimos a muitos jogos e existe um intercâmbio com os atletas de lá. Aonde isso vai chegar não sabemos, mas é muito bom ter uma relação próxima com a maior liga de basquete do mundo. Temos de tirar proveito disso em quadra e na parte da estrutura, formação de atletas e ciência do esporte – disse Marcelinho, de 40 anos.

Presente na coletiva, o ex-jogador Horace Grant, tetracampeão da NBA, que defendeu o Orlando no passado, também exaltou o Fla.

– Soube que o time é tetracampeão do NBB. Com os jogadores que tem, só posso imaginar que será um confronto singular – afirmou.

Marcelinho também desabafou sobre o impasse já solucionado da classificação do Brasil aos Jogos Olímpicos Rio-2016. A indefinição se arrastou por meses, devido à dívida da Confederação Brasileira de Basquete (CBB) com a Federação Internacional (Fiba), referente à participação no Mundial masculino do ano passado. Mas os dirigentes das duas entidades chegaram a um acordo.

– Foi feito um teatro muito grande em cima disso. O Brasil não poderia ficar fora por direito, já que é sede. Nosso basquete hoje não tem de passar por nenhum outro tipo de critério. Jogar Olimpíada em casa é uma oportunidade única.

O Flamengo conta os dias para o aguardado reencontro com o Orlando Magic, em partida válida pela pré-temporada da NBA e marcada para o dia 17 de outubro, na HSBC Arena, no Rio de Janeiro. Mais do que a expectativa por uma revanche depois do revés sofrido no ano passado (106 a 88) em Orlando, o clube quer aproveitar os frutos da aproximação do Brasil com a liga americana de basquete.

Em coletiva de apresentação do confronto, realizada nesta terça-feira, no Rio, o ala-armador Marcelinho Machado se mostrou otimista com o cenário da modalidade. Se hoje ele tem a chance de enfrentar uma equipe da principal competição do mundo, no passado era difícil até ver os jogos.

– Lembro que a primeira vez em que eu assisti a NBA foi segurando a antena da televisão pela janela da casa do meu pai. Hoje, basta trocar de canal que sempre passam. Era uma partida do Los Angeles Lakers contra o Detroit Pistons, na época do Magic Johnson. Foi marcante – contou.

Esta será a primeira vez que a NBA realizará um confronto envolvendo um time brasileiro por aqui. No ano passado, a liga desembarcou no Rio para promover o duelo que terminou em vitória do Cleveland Cavaliers, de LeBron James, sobre o Miami Heat. Em 2013, Chicago Bulls venceu o Washington Wizards, no primeiro jogo da NBA no Brasil.

A venda do segundo lote de ingressos começa nesta quarta-feira, pelo site www.tudus.com.br. Os preços variam de R$ 80 a R$ 600, mas haverá a possibilidade de meia-entrada.

– A abertura da NBA para o mundo equilibrou os campeonatos mundiais. Há jogadores internacionais que encaram equipes da NBA com certa tranquilidade, sem aquela sensação do inesperado. Assistimos a muitos jogos e existe um intercâmbio com os atletas de lá. Aonde isso vai chegar não sabemos, mas é muito bom ter uma relação próxima com a maior liga de basquete do mundo. Temos de tirar proveito disso em quadra e na parte da estrutura, formação de atletas e ciência do esporte – disse Marcelinho, de 40 anos.

Presente na coletiva, o ex-jogador Horace Grant, tetracampeão da NBA, que defendeu o Orlando no passado, também exaltou o Fla.

– Soube que o time é tetracampeão do NBB. Com os jogadores que tem, só posso imaginar que será um confronto singular – afirmou.

Marcelinho também desabafou sobre o impasse já solucionado da classificação do Brasil aos Jogos Olímpicos Rio-2016. A indefinição se arrastou por meses, devido à dívida da Confederação Brasileira de Basquete (CBB) com a Federação Internacional (Fiba), referente à participação no Mundial masculino do ano passado. Mas os dirigentes das duas entidades chegaram a um acordo.

– Foi feito um teatro muito grande em cima disso. O Brasil não poderia ficar fora por direito, já que é sede. Nosso basquete hoje não tem de passar por nenhum outro tipo de critério. Jogar Olimpíada em casa é uma oportunidade única.