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23/08/2015
15:39

Neste final de semana, foi realizado o desafio internacional de maratona aquática, no Rio de Janeiro (RJ), como evento-teste visando os Jogos Olímpicos de 2016 na modalidade. Além do baixo nível técnico, o local recebeu críticas dos participantes da prova, incluindo o circuito, montado pelo comitê organizador das Olimpíadas de 2016.

- É confuso. A gente está muito acostumada a largar e fazer sempre o mesmo percurso. Aqui a primeira volta é ali em cima, e depois você tem de dar três voltas maiores aqui. É muito irregular. Você tem de ter tudo isso na cabeça, se localizar e esquecer a primeira volta. Como ela é muito diferente da outra, é preciso pensar mais nas outras - afirmou a nadadora brasileira Ana Marcela Cunha, ao UOL.

Além do percurso, o local onde serão realizadas as maratonas aquáticas receberá outras mudanças. Os atletas tiveram que nadar até a plataforma onde foi feita a largada, outro ponto de críticas. Os árbitros foram levados até o start da prova de barco da Marina da Glória até Copacabana. O trajeto demorou mais do que o devido, atrasando o início do evento-teste em meia hora.

Já não bastava as críticas à estrutura e à organização, até a alimentação foi comentada. A comida foi distribuída em baldes presos a varas, porém os atletas não podem se apoiar na fonte da comida para alimentação.

- É um evento-teste, e a gente pode analisar mais a parte da prova, dentro da água. A gente seguiu dificuldade na alimentação, que ficou no ponto mais crítico da prova, onde o mar estava mais mexido - afirmou Allan do Carmo, vencedor da prova masculina.

Como a maioria dos atletas vinha de um período de férias pela participação no Mundial de Kazan, os nadadores não estavam preparados fisicamente para concluirem a prova. No masculino, apenas nove dos 25 conseguiram chegar ao final do percurso. Como o comitê organizador local necessitava simular a corrida com o mesmo número de atletas que competirão na Rio-2016, foram convocados participantes inusitados, que treinavam em Copacabana, mas longe de serem profissionais.

- Pratico maratona aquática, mas sou amador. A gente estava nadando para soltar porque vai competir amanhã [domingo] no Estadual, e aí falaram que havia duas vagas e chamaram a gente - confessou o economista Thiago Salles Martins.

Neste final de semana, foi realizado o desafio internacional de maratona aquática, no Rio de Janeiro (RJ), como evento-teste visando os Jogos Olímpicos de 2016 na modalidade. Além do baixo nível técnico, o local recebeu críticas dos participantes da prova, incluindo o circuito, montado pelo comitê organizador das Olimpíadas de 2016.

- É confuso. A gente está muito acostumada a largar e fazer sempre o mesmo percurso. Aqui a primeira volta é ali em cima, e depois você tem de dar três voltas maiores aqui. É muito irregular. Você tem de ter tudo isso na cabeça, se localizar e esquecer a primeira volta. Como ela é muito diferente da outra, é preciso pensar mais nas outras - afirmou a nadadora brasileira Ana Marcela Cunha, ao UOL.

Além do percurso, o local onde serão realizadas as maratonas aquáticas receberá outras mudanças. Os atletas tiveram que nadar até a plataforma onde foi feita a largada, outro ponto de críticas. Os árbitros foram levados até o start da prova de barco da Marina da Glória até Copacabana. O trajeto demorou mais do que o devido, atrasando o início do evento-teste em meia hora.

Já não bastava as críticas à estrutura e à organização, até a alimentação foi comentada. A comida foi distribuída em baldes presos a varas, porém os atletas não podem se apoiar na fonte da comida para alimentação.

- É um evento-teste, e a gente pode analisar mais a parte da prova, dentro da água. A gente seguiu dificuldade na alimentação, que ficou no ponto mais crítico da prova, onde o mar estava mais mexido - afirmou Allan do Carmo, vencedor da prova masculina.

Como a maioria dos atletas vinha de um período de férias pela participação no Mundial de Kazan, os nadadores não estavam preparados fisicamente para concluirem a prova. No masculino, apenas nove dos 25 conseguiram chegar ao final do percurso. Como o comitê organizador local necessitava simular a corrida com o mesmo número de atletas que competirão na Rio-2016, foram convocados participantes inusitados, que treinavam em Copacabana, mas longe de serem profissionais.

- Pratico maratona aquática, mas sou amador. A gente estava nadando para soltar porque vai competir amanhã [domingo] no Estadual, e aí falaram que havia duas vagas e chamaram a gente - confessou o economista Thiago Salles Martins.