Parque Olímpico da Barra durante a Paralimpiada.

COB já busca novos patrocinadores (Foto: André Motta / Brasil2016.gov.br)

LANCE!
15/02/2017
17:31
São Paulo (SP)

Segundo o Máquina do Esporte e a Folha de S. Paulo, os contratos entre o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e seus patrocinadores privados não foram renovados, dessa forma, a entidade não recebe mais verba de Nike, Nissan e Bradesco. 

- Todos os contratos de patrocínio se encerraram em 31 de dezembro de 2016 e no momento o COB está no mercado negociando um novo plano comercial com empresas interessadas em apoiar o esporte olímpico até Tóquio-2020. As primeiras categorias que serão abertas para negociação são: material esportivo, banco e telefonia. O objetivo do COB é fechar estes três patrocinadores oficiais ainda em 2017. Ao longo do ano ainda serão abertas novas categorias de Apoiadores e Fornecedores Oficiais também, cada uma com uma grade de direitos/entregas especifica dentro do novo plano comercial - informou o COB à reportagem da Folha de S. Paulo,  via assessoria de imprensa.

- A partir do momento que o Rio de Janeiro conquistou o direito de se tornar sede dos Jogos Olímpicos de 2016, todos os contratos comerciais de patrocínio do COB nos últimos dois ciclos olímpicos passaram a ser negociados pelo Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos Rio 2016. Essa é uma regra do Comitê Olímpico Internacional para todos os países que recebem uma edição olímpica - acrescentou.

Sem os patrocínios, a principal fonte da entidade passa a ser a Lei Piva, que destina uma porcentagem da arrecadação das loteiras Caixa para o esporte olímpico e paralímpico brasileiro. Em 2017, a estimativa é que o COB receba cerca de R$ 210 milhões.

A Nike e a Nissan tinham contrato com o COB desde 2012; o Bradesco, desde 2010.