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24/08/2015
17:13

Um dia de pouca utilidade. Essa foi a definição de Bruno Senna para o primeiro dos dois últimos dias de testes de pré-temporada da Fórmula E em Donington Park, pista-sede da categoria de carros elétricos da FIA. Com um problema nos freios praticamente desde a abertura dos boxes, Bruno andou pouco e não pôde levar adiante o programa estabelecido pela Mahindra Racing para o último confronto das equipes antes da abertura do calendário no dia 17 de outubro na China.

- A verdade é que os treinos não serviram para muita coisa. A gente esperava que esta última bateria de ensaios nos desse um conhecimento maior sobre o carro e uma posição mais clara sobre o potencial das equipes, mas vamos ter de descobrir tudo no peito e na raça. Aparentemente, estamos alguma coisinha atrás de algumas equipes, talvez dois ou três décimos, mas essa desvantagem tende a se diluir nos circuitos de rua da Fórmula E, onde o piloto também faz a diferença - observou Bruno.

A chuva que apareceu no início da tarde e deve se prolongar neste início de semana também contribuiu para atrasar o planejamento. Mesmo assim, ele acredita que o confronto em relação à pré-temporada passada é favorável.

- Olhando os tempos do ano passado, parecemos melhores agora - complementou.

Bruno lembrou ainda que os testes são sempre complicados de avaliar por causa das diferentes condições de cada equipe.

- Nesta segunda, por exemplo, vários pilotos estavam andando com a potência de 170 kw que será utilizada nas corridas neste ano. Eu ainda estava girando com os 150 kw do primeiro campeonato - explicou.

O inglês Sam Bird, da DS Virgin Racing, foi o mais rápido da sessão com o tempo de 1min30s415 com o asfalto ainda seco. Bruno não espera uma mudança significativa quanto à evolução nos trabalhos de acerto do carro no encerramento dos preparativos, já que a meteorologia prevê novas chuvas para o segundo e final dia.

Um dia de pouca utilidade. Essa foi a definição de Bruno Senna para o primeiro dos dois últimos dias de testes de pré-temporada da Fórmula E em Donington Park, pista-sede da categoria de carros elétricos da FIA. Com um problema nos freios praticamente desde a abertura dos boxes, Bruno andou pouco e não pôde levar adiante o programa estabelecido pela Mahindra Racing para o último confronto das equipes antes da abertura do calendário no dia 17 de outubro na China.

- A verdade é que os treinos não serviram para muita coisa. A gente esperava que esta última bateria de ensaios nos desse um conhecimento maior sobre o carro e uma posição mais clara sobre o potencial das equipes, mas vamos ter de descobrir tudo no peito e na raça. Aparentemente, estamos alguma coisinha atrás de algumas equipes, talvez dois ou três décimos, mas essa desvantagem tende a se diluir nos circuitos de rua da Fórmula E, onde o piloto também faz a diferença - observou Bruno.

A chuva que apareceu no início da tarde e deve se prolongar neste início de semana também contribuiu para atrasar o planejamento. Mesmo assim, ele acredita que o confronto em relação à pré-temporada passada é favorável.

- Olhando os tempos do ano passado, parecemos melhores agora - complementou.

Bruno lembrou ainda que os testes são sempre complicados de avaliar por causa das diferentes condições de cada equipe.

- Nesta segunda, por exemplo, vários pilotos estavam andando com a potência de 170 kw que será utilizada nas corridas neste ano. Eu ainda estava girando com os 150 kw do primeiro campeonato - explicou.

O inglês Sam Bird, da DS Virgin Racing, foi o mais rápido da sessão com o tempo de 1min30s415 com o asfalto ainda seco. Bruno não espera uma mudança significativa quanto à evolução nos trabalhos de acerto do carro no encerramento dos preparativos, já que a meteorologia prevê novas chuvas para o segundo e final dia.