Campo Olímpico de Golfe, na Barra da Tijuca. (Foto: Renato Sette Camara/Prefeitura do Rio de Janeiro)

Campo Olímpico de Golfe, na Barra da Tijuca. (Foto: Renato Sette Camara/Prefeitura do Rio de Janeiro)

RADAR/LANCE!
09/03/2016
12:55
Rio de Janeiro (RJ)

Os 970 mil m2 e os 18 buracos do Campo Olímpico de Golfe foram testados nesta terça-feira, durante o Desafio Aquece Rio. Sob sol forte, nove atletas brasileiros foram responsáveis por dar as primeiras tacadas no local que será palco da modalidade nos Jogos Olímpicos, na Reserva de Marapendi, região da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.  Em evento fechado ao público, os golfistas puderam avaliar as condições do novo campo.

- Está muito bom, superou as expectativas. Eu poderia jogar mais 18 buracos agora porque está uma delícia. Eu jogo no mundo inteiro e acho que este é um dos melhores campos em que já joguei na vida. A qualidade da grama é uma das melhores - elogia Victoria Lovelady, que segue com chances de classificação para os Jogos Olímpicos. 

- A primeira impressão foi muito boa. O campo está perfeito, não pensei que estaria em tão boas condições. O design está ótimo - acrescentou Miriam Nagl, que também busca pela classificação.

Os homens que testaram o campo também aprovaram as condições encontradas.

- A qualidade é de primeiro mundo. Os profissionais do ranking mundial vão vir aqui e gostar. Acho que hoje a gente não pegou a dificuldade do vento, mas, quando ele entrar em jogo, aí sim vai dar para ver como o campo é difícil. O único ponto que eu mudaria um pouquinho são as areias nos bunkers, que estão perto do green. Estão com um pouquinho mais de areia, mas em uma semana dá para arrumar - avaliou o golfista Rafael Barcellos.

Alexandre Rocha., Rafael Becker, Luciane Lee, Rodrigo Lee, Daniel Stapff e Candy Hannemann foram os demais atletas no evento-teste.

O presidente da Federação Internacional de Golfe (IGF), Peter Dawson, também acompanhou o torneio de exibição e aprovou o que viu.

- Acho que o campo está fantástico, em excelentes condições. O que precisamos fazer agora, e conversaremos com a Confederação Brasileira de Golfe (CBG) sobre isso, é um programa para que a instalação seja mantida para uso público - comentou.

O Campo Olímpico de Golfe foi construído integralmente com recursos privados, no valor de R$ 60 milhões. Com capacidade para 15 mil torcedores durante os Jogos Olímpicos, a área de competição tem dois lagos artificiais e bancas de areia entre os obstáculos. A operação do evento-teste contou com 111 voluntários do Rio 2016, além de 55 funcionários. Após os Jogos, o local será aberto para o uso da população e para o desenvolvimento de projetos sociais.