Oriente Petrolero (Foto: Divulgação)

Oriente Petrolero tem pela frente o forte Santa Fe, da Colômbia. Mas espera surpreender e avançar para  a fase de grupos da Libertadores. Se isso ocorrer, o time boliviano será um dos rivais do Corinthians (Foto: Divulgação)

RADAR/LANCE!
01/02/2016
12:15
Rio de Janeiro (RJ)


O Oriente Petrolero garantiu a terceira e última vaga da Bolívia pela soma de pontos nos dois torneios nacionais (ambos vencidos pelo Bolívar). Em razão disso, tem de jogar a primeira fase da competição e buscará a vaga contra o Santa Fe colombiano, que é o favorito do duelo.

Um dos grandes do futebol boliviano e atuando bem longe da altitude, é da cidade de Santa Cruz de la Sierra, o Petrolero joga no Estádio Ramón Aguilera Costas, com capacidade para 38 mil espectadores e normalmente a sua torcida lota o palco em jogos decisivos, sendo um importante diferencial. O Petrolero jfaz a partida de ida em casa, nesta quinta-feira. A volta, em Bogotá. Quem avançar será adversário do Corinthians no Grupo 8, que também tem Cerro Porteño (PAR) e Cobresal (CHI).

O treinador é muito experiente. Trata-se de Xabier Azkargorta, espanhol que comandou a seleção da Bolivia em duas oportunidades (uma delas em 1994). Ele também  foi técnico da seleção do Chile e de vários clubes espanhóis. Azkagorta  é conhecido pela imprensa boliviana como um técnico que aposta na solidez da zaga. Seus principais jogadores são o volante Pedro Azogue e os atacantes Alcides Peña e Sergio Almirón. Os reforços mais importantes para esta temporada são o volante uruguaio Hugo Fernando Souza e o atacante Emiliano Romero.

A equipe geralmente é escalada - em jogos contra rivais mais fortes -  numa retranca total. Afinal, são três zagueiros  e no meio ficam três volantes  e um meia. Mais à frente apenas um atacante.

Quando o time joga em casa, o treinador arrisca um pouco mais e muda o esquema tático colocando dois atacantes. Por isso, o  onze que deve jogar contra o Santa Fe deve ser: o goleiro Marcos Argüello, os defensores centrais Ronald Raldes, Hugo Souza e Gustavo Olguin.; o lateral direito Carlos Enrique Añez e o lateral esquerdo Marvin Bejarano; os meias Pedro Azogue, Alejandro Meleán e Mauricio Saucedo, e, mais adiante, Alcides Peña e Sergio Almirón.

Os pontos fortes do time, segundo a imprensa boliviana, são o sistema defensivo, que é difícil de quebrar, e a experiência de vários jogadores que vêm jogando juntos há tempos. Muitos possuem participações em torneios internacionais. Já o ponto mais fraco é a pouca eficácia na hora de fazer gol.