icons.title signature.placeholder Luiz Signor
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30/08/2015
15:35

Foi o então zagueiro Adilson que teve o privilégio de erguer pela primeira vez a taça da Libertadores de 1995 conquistada pelo Grêmio diante do Atlético Nacional em pleno Atanasio Girardot, em Medellín. O feito é lembrado com muito carinho pelo hoje técnico Adilson Batista, o capitão da conquista que completa 20 nos neste domingo 30 de agosto de 2015. Um título que veio pela qualidade do elenco comandado por Felipão e graças ao ambiente criado no clube.

Um dos trunfos para o Grêmio alcançar o bicampeonato da Liberadores 12 anos após o título em 1983 foi, segundo Adilson a força do elenco montado para a temporada em que o Tricolor ainda levou o Gauchão e foi vice da Copa do Brasil, tendo sido derrotado pelo Corinthians na decisão.

– Tínhamos muitos jogadores de qualidade. Alguns chegaram naquele ano, não estavam sendo muito aproveitados em seus clubes. Foi montado um grupo qualificado. O Danrlei e o Roger eram jovens e da casa. O Rivarola casou bem comigo na zaga. O Arce veio e foi muito bem, tinha Dinho, Goiano, Arílson, Carlos Miguel, o Paulo Nunes que dispensa comentários e o Jardel que era artilheiro, mostrou isso na Europa depois – disse Adilson, ao LANCE!, ficando apenas nos titulares, antes de completar:

– E, claro, tinha o trabalho do Felipe (Luiz Felipe Scolari), do Paixão (Paulo, preparador físico), do Cacalo (Luiz Carlos Silveira Martins, então vice de futebol), um dirigente muito firme, e o trabalho do presidente Koff.

– Foi criado um ambiente muito bom, muito propício. Todos valorizavam o clube, aprendiam a gostar do clube. A gente trabalhava com prazer. Esse trabalho do Felipe, do Cacalo, do Koff foi fundamental – emendou Adilson, cujo último clube como técnico foi o Joinville.

Adilson, como não poderia ser diferente, valorizou o fato de ter utilizado a braçadeira de capitão na conquista da Libertadores de 1995:

– Foi o Jorge Estrada, setorista do clube, que colocou esse apelido e ficou. Tive o privilégio de, conversando com o Felipão, ter sido escolhido o capitão. Mas todos os jogadores tinham liderança, contribuíam. Sempre existia o incentivo pelo bom ambiente, eu também procurava isso. O coletivo fazia a diferença.

Foi o então zagueiro Adilson que teve o privilégio de erguer pela primeira vez a taça da Libertadores de 1995 conquistada pelo Grêmio diante do Atlético Nacional em pleno Atanasio Girardot, em Medellín. O feito é lembrado com muito carinho pelo hoje técnico Adilson Batista, o capitão da conquista que completa 20 nos neste domingo 30 de agosto de 2015. Um título que veio pela qualidade do elenco comandado por Felipão e graças ao ambiente criado no clube.

Um dos trunfos para o Grêmio alcançar o bicampeonato da Liberadores 12 anos após o título em 1983 foi, segundo Adilson a força do elenco montado para a temporada em que o Tricolor ainda levou o Gauchão e foi vice da Copa do Brasil, tendo sido derrotado pelo Corinthians na decisão.

– Tínhamos muitos jogadores de qualidade. Alguns chegaram naquele ano, não estavam sendo muito aproveitados em seus clubes. Foi montado um grupo qualificado. O Danrlei e o Roger eram jovens e da casa. O Rivarola casou bem comigo na zaga. O Arce veio e foi muito bem, tinha Dinho, Goiano, Arílson, Carlos Miguel, o Paulo Nunes que dispensa comentários e o Jardel que era artilheiro, mostrou isso na Europa depois – disse Adilson, ao LANCE!, ficando apenas nos titulares, antes de completar:

– E, claro, tinha o trabalho do Felipe (Luiz Felipe Scolari), do Paixão (Paulo, preparador físico), do Cacalo (Luiz Carlos Silveira Martins, então vice de futebol), um dirigente muito firme, e o trabalho do presidente Koff.

– Foi criado um ambiente muito bom, muito propício. Todos valorizavam o clube, aprendiam a gostar do clube. A gente trabalhava com prazer. Esse trabalho do Felipe, do Cacalo, do Koff foi fundamental – emendou Adilson, cujo último clube como técnico foi o Joinville.

Adilson, como não poderia ser diferente, valorizou o fato de ter utilizado a braçadeira de capitão na conquista da Libertadores de 1995:

– Foi o Jorge Estrada, setorista do clube, que colocou esse apelido e ficou. Tive o privilégio de, conversando com o Felipão, ter sido escolhido o capitão. Mas todos os jogadores tinham liderança, contribuíam. Sempre existia o incentivo pelo bom ambiente, eu também procurava isso. O coletivo fazia a diferença.