icons.title signature.placeholder Luiz Signor
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30/08/2015
18:05

Coube a Dinho marcar o gol que decretou o título da Libertadores de 1995, conquista que completa 20 anos neste domingo. O então volante tricolor, responsável pela cobrança do pênalti nos minutos finais do segundo jogo contra o Atlético Nacional, em Medellín, garante não ter pensado em outro desfecho que não o gol segundos antes de entrar para a história.

O Grêmio, no Olímpico, havia vencido o Atlético Nacional por 3 a 1 no jogo de ida. A volta, no Atanasio Girardot, começou com pressão do time colombiano, empurrado por mais de 50 mil torcedores, e gol de Aristizábal logo aos 12 minutos. Mais um gol e o título não seria tricolor. O Grêmio suportou o ímpeto rival, mostrou competência e, aos 41 minutos, chegou ao empate com Dinho, após pênalti sofrido por Alexandre Gaúcho.

– Só pensava em fazer o gol. Não pensava em outra coisa. Sabia que se não marcasse, a coisa iria ficar feia (risos). Fui para aquela bola com a certeza que marcaria. Batia pênaltis nos meus outros clubes, no São Paulo, no Sport... Claro que tinha um nervosismo. Por mais experiente que você é, acaba tendo um nervosismo, mas, graças a Deus, eu fiz. Estava confiante – destacou o ex-volante, ao LANCE!.

A união que pairava no Grêmio como um todo no vitoriosos período em que a Libertadores foi uma das conquistas também foi exaltada por Dinho como um dos trunfos para o feito alcançado na Colômbia.

– Nosso grupo era unido. Existia muita amizade dentro e fora de campo. Éramos uma família junto com a direção e a comissão. Nos reuníamos fora de campo também. A gente tinha essa liga. Éramos uma família mesmo. Aqueles títulos em sequência vieram graças a isso. Claro que tínhamos qualidade também.

Dinho foi um dos mais celebrados pelos gremistas na Arena. Foi ele o responsável por ganhar o gramado da Arena para uma "volta olímpica". Depois, Dinho, assim como os outros heróis tricolores presentes, posou para fotos e concedeu autógrafos loja GrêmioMania Megastore.


Coube a Dinho marcar o gol que decretou o título da Libertadores de 1995, conquista que completa 20 anos neste domingo. O então volante tricolor, responsável pela cobrança do pênalti nos minutos finais do segundo jogo contra o Atlético Nacional, em Medellín, garante não ter pensado em outro desfecho que não o gol segundos antes de entrar para a história.

O Grêmio, no Olímpico, havia vencido o Atlético Nacional por 3 a 1 no jogo de ida. A volta, no Atanasio Girardot, começou com pressão do time colombiano, empurrado por mais de 50 mil torcedores, e gol de Aristizábal logo aos 12 minutos. Mais um gol e o título não seria tricolor. O Grêmio suportou o ímpeto rival, mostrou competência e, aos 41 minutos, chegou ao empate com Dinho, após pênalti sofrido por Alexandre Gaúcho.

– Só pensava em fazer o gol. Não pensava em outra coisa. Sabia que se não marcasse, a coisa iria ficar feia (risos). Fui para aquela bola com a certeza que marcaria. Batia pênaltis nos meus outros clubes, no São Paulo, no Sport... Claro que tinha um nervosismo. Por mais experiente que você é, acaba tendo um nervosismo, mas, graças a Deus, eu fiz. Estava confiante – destacou o ex-volante, ao LANCE!.

A união que pairava no Grêmio como um todo no vitoriosos período em que a Libertadores foi uma das conquistas também foi exaltada por Dinho como um dos trunfos para o feito alcançado na Colômbia.

– Nosso grupo era unido. Existia muita amizade dentro e fora de campo. Éramos uma família junto com a direção e a comissão. Nos reuníamos fora de campo também. A gente tinha essa liga. Éramos uma família mesmo. Aqueles títulos em sequência vieram graças a isso. Claro que tínhamos qualidade também.

Dinho foi um dos mais celebrados pelos gremistas na Arena. Foi ele o responsável por ganhar o gramado da Arena para uma "volta olímpica". Depois, Dinho, assim como os outros heróis tricolores presentes, posou para fotos e concedeu autógrafos loja GrêmioMania Megastore.