Hélcio Alisk

Hélcio Alisk, que chegou em junho para ser gerente de futebol, não deve ficar no clube. (Divulgação/Paraná)

Guilherme Moreira e Daniel Piva
22/11/2016
08:45
Curitiba (PR)

Sem ambições após se livrar do rebaixamento, o Paraná já vem pensando no próximo ano há duas rodadas. Nesta semana, a diretoria deve anunciar uma nova reformulação no departamento de futebol - a segunda no ano.

A primeira novidade é a vinda do ex-jogador Tcheco, como revelado pelo Lance!, que define sua situação junto aos diretores nos próximos dias. A tendência é de que ele atue como gerente de futebol, cargo que era ocupado por Beto Amorim, ex-boleiro que também jogou com a camisa azul, vermelha e branca, até metade de junho deste ano.

Outro que deve sair é Hélcio Alisk, que chegou ao clube paranaense na época do desligamento de Amorim e do afastamento do superintendente Durval Lara Ribeiro, o Vavá. Sem resultados efetivos, o ex-atleta paranista tende a retornar à vida de empresário de jogador.

Por fim, Vavá também fica fora de, pelo menos, um cargo oficial. Em 2016, ele foi o responsável pela montagem do elenco e, após um Estadual satisfatório, caindo nos pênaltis para o campeão Atlético-PR, o Tricolor fez sua pior campanha na Série B desde que caiu em 2007. O dirigente chegou a ser afastado oficialmente na metade do ano, mas continuou atuando nos bastidores.

Para esse cargo com responsabilidade maior, como gestor executivo de futebol, mais um nome será contratado. Rodrigo Pastana, que ajudou no vice-campeonato do Guarani na Série C, é cogitado e a reportagem apurou que aceitaria a troca. Somente após essa definição, o Paraná buscará o perfil de treinador para 2017. Nas últimas duas rodadas do Campeonato Brasileiro, o auxiliar-técnico Fernando Miguel é o responsável pelo time após a demissão de Roberto Fernandes.