Nadson

"Motorzinho" do time, Nadson está de fora por um desconforto muscular. (Giuliano Gomes/PR PRESS)

Guilherme Moreira
30/05/2016
16:50
Curitiba (PR)

Após conquistar dois triunfos consecutivos, diante de Sampaio Corrêa (fora) e Oeste (casa), o Paraná encara o Londrina nesta terça-feira, às 19h15, no Estádio do Café, pela quinta rodada da Série B. Para atingir a meta interna, a equipe precisa vencer o rival paranaense.

Antes do Campeonato Brasileiro começar, o técnico Claudinei Oliveira e a diretoria definiram um cronograma de pontuação: a cada cinco jogos, o time precisa somar nove pontos. Ou seja: três vitórias ou duas vitórias e três empates.

- Estabelecemos a meta junto com a diretoria. Este número dá uma condição boa para chegarmos com gordura nas últimas rodadas - aposta o comandante paranista. 

No caso atual, com sete pontos em quatro partidas, o Tricolor tem que trazer três pontos do interior do Estado para atingir o objetivo, ainda ficando com um ponto de gordura. Em caso de derrota ou empate, o clube não chega na numeração ideal.

- É lógico que vamos tentar ganhar os cinco jogos sempre. Mas por exemplo, nove pontos nós não fazemos mais nessas cinco partidas. Ou vamos fazer dez ou não vamos chegar nos nove. Não tem outra alternativa - completou.

O treinador tem alguns desfalques importantes para o duelo. O meia Válber, expulso na rodada passada, cumpre suspensão. O volante Jean, ainda machucado, segue de fora e o meio-campista Nadson foi vetado por um desconforto muscular. Oliveira trabalha com algumas opções e não quis confirmar o time titular.

- Tenho o Murilo que é meia canhoto e mantém a característica do Válber. Já o Marcelinho é um jogador mais agudo. Posso colocar o Robert no ataque e atuar com dois centroavantes. Vamos analisar o Londrina para definir - completou o técnico, que ainda pode colocar Leandro Silva de lateral-direito e deslocar Diego Tavares para o meio.

O Paraná deve ir a campo com: Marcos; Leandro Silva (Marcelinho), Pitty, João Paulo e Rafael Carioca; Anderson Uchôa, Lucas Otávio, Murilo (Robert) e Diego Tavares; Robson e Lúcio Flávio.

Meta não é novidade

Em 2013, no ano em que ficou mais próximo de voltar à Série A, o Paraná
também adotou essa filosofia de metas. O técnico Dado Cavalcanti, na época, trabalhava com 12 pontos conquistados em 18 possíveis. O Tricolor terminou em oitavo, com 57 pontos - a três do acesso.

Caso o clube paranaense consiga equilibrar e fazer essa pontuação de nove pontos em 15 disputados, a cada meta, o time paranista chega a 63 pontos faltando três rodadas para o término da Série B - essa pontuação, em média, garantiria o retorno à elite do futebol brasileiro.