Cristian de Souza

Cristian de Souza teve pouco mais de 40% de aproveitamento no Tricolor. (Divulgação Paraná)

LANCE!
14/07/2017
23:08
Curitiba (PR)

Cristian de Souza não é mais o técnico do Paraná. Ele não resistiu a mais um resultado negativo na Série B e foi demitido pela diretoria logo após a derrota para o Oeste por 2 a 0, em Barueri, pela décima terceira rodada.

No total, foram 15 jogos e cinco vitórias no comando paranista, com 41,6 % de aproveitamento. A decisão foi tomada ainda nos vestiários da Arena Barueri e anunciada pelo executivo Rodrigo Pastana, que foi o responsável pela vinda do comandante, então desconhecido do cenário nacional, com apenas um time profissional no currículo.

- Infelizmente, os resultados não vieram. O Cristian está bem consciente da situação e a gente espera que com a troca do treinador haja mudança de postura. A gente agradece a postura dele, a dedicação com o grupo - apontou.

O novo técnico deve ser anunciado nos próximos dias. Pastana afirmou que deseja um treinador com experiência em Série B, mas o perfil ainda não foi definido pela diretoria. Maurílio e Léo Condé são os nomes mais comentados nos bastidores, de acordo com apuração do L!. Toninho Cerezo também é uma opção.

A reportagem ainda apurou que a própria forma como Souza foi demitido, poucos minutos após o revés, não foi bem vista na cúpula geral do Tricolor. A avaliação era de que o comunicado poderia ter esperado até sábado, sem alarde.

O cargo do executivo de futebol também não é mais unânime, após um bom desempenho no primeiro semestre. O Paraná caiu nas quartas de final do Estadual e nas oitavas da Copa do Brasil, e segue nas quartas da Primeira Liga. No Brasileiro, entretanto, é o décimo quarto colocado.

Apesar de negar, Pastana chegou a cogitar sair do clube se Cristian de Souza saísse do cargo, antes do triunfo diante do Figueirense. Na ocasião, o Paraná havia sondado Dado Cavalcantti e Marquinhos Santos, que estavam livres no mercado - ambos estão empregados no momento em CRB-AL e Paysandu, respectivamente. Agora, com a saída e o ambiente conturbado, a direção ainda vai avaliar a linha a ser seguida até o final do ano, tanto da comissão como da gerência.