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22/08/2015
09:16

Nesta sexta-feira o América-RJ avançou mais uma etapa rumo à sua estreia na Copa Rio. Após o dia bastante movimentado, com dois amistosos no Giulite Coutinho, o Mecão vive uma contagem regressiva para seu primeiro jogo no certame. Apenas três treinamentos, espalhados num período de quatro dias separam o Rubro do Barcelona - rival na quarta, às 15h, no GC -, o que permite ao técnico americano avaliar a intertemporada rubra. Onze dias após a reapresentação do elenco, Ricardo Cruz detalhou a forma como se sucederam as atividades do Mecão e se agradou com o trabalho apresentado por sua equipe nos treinamentos.

- Usamos a primeira semana para dar volume à parte física. Na segunda (semana) optamos por fazer uma adaptação para o primeiro jogo realizando diversos jogos-treino. O tempo (entre um amistoso e outro) não é o adequado, o ideal é que tivéssemos um espaço maior entre os amistosos, mas a intertemporada é curta. Fizemos uma progressão na duração dos jogos e a gente acredita que o time, se não está pronto, está bem próximo do ideal, especialmente na condição física. Paralelo a isso fizemos observações e colocamos em prática treinamentos táticos, que englobam saídas de bola, marcação, posicionamento em bolas paradas e o resultado foi positivo. O desempenho dos jogadores foi muito bom - revelou.

Outro assunto abordado pelo comandante americano foi o rival da primeira rodada da Copa Rio. Apesar de encontrar dificuldades em obter informações sobre o Barcelona, o que atrapalha um pouco seu trabalho, Ricardo Cruz já tem um plano traçado para superar este percalço. Fazer o America ditar o ritmo do confronto e ter uma boa leitura dos pontos fortes e fracos do rival ao longo do embate são parte da estratégia do técnico para obter a vitória na quarta em Mesquita.

- Não ter informação complica um pouco o trabalho. A gente fica sujeito à muitas surpresas. Mas a partir do momento em que não temos essas informações (sobre o Barcelona), procuramos dar ênfase ao nosso padrão de jogo. Além disso busco orientar nossa equipe a ditar o ritmo do duelo. Lógico que teremos um adversário do outro lado, porém, na medida do possível, vamos buscar fazer isso. E dentro do jogo temos que observar os detalhes, os pontos positivos e negativos do Barcelona, e aproveitar suas fraquezas para obtermos êxito. Ressalto que este e todos os jogos da Copa Rio serão muito difíceis, mas o nosso espírito (de luta) tem que ser sempre o mesmo, independente do adversário que encontrarmos.

Nesta sexta-feira o América-RJ avançou mais uma etapa rumo à sua estreia na Copa Rio. Após o dia bastante movimentado, com dois amistosos no Giulite Coutinho, o Mecão vive uma contagem regressiva para seu primeiro jogo no certame. Apenas três treinamentos, espalhados num período de quatro dias separam o Rubro do Barcelona - rival na quarta, às 15h, no GC -, o que permite ao técnico americano avaliar a intertemporada rubra. Onze dias após a reapresentação do elenco, Ricardo Cruz detalhou a forma como se sucederam as atividades do Mecão e se agradou com o trabalho apresentado por sua equipe nos treinamentos.

- Usamos a primeira semana para dar volume à parte física. Na segunda (semana) optamos por fazer uma adaptação para o primeiro jogo realizando diversos jogos-treino. O tempo (entre um amistoso e outro) não é o adequado, o ideal é que tivéssemos um espaço maior entre os amistosos, mas a intertemporada é curta. Fizemos uma progressão na duração dos jogos e a gente acredita que o time, se não está pronto, está bem próximo do ideal, especialmente na condição física. Paralelo a isso fizemos observações e colocamos em prática treinamentos táticos, que englobam saídas de bola, marcação, posicionamento em bolas paradas e o resultado foi positivo. O desempenho dos jogadores foi muito bom - revelou.

Outro assunto abordado pelo comandante americano foi o rival da primeira rodada da Copa Rio. Apesar de encontrar dificuldades em obter informações sobre o Barcelona, o que atrapalha um pouco seu trabalho, Ricardo Cruz já tem um plano traçado para superar este percalço. Fazer o America ditar o ritmo do confronto e ter uma boa leitura dos pontos fortes e fracos do rival ao longo do embate são parte da estratégia do técnico para obter a vitória na quarta em Mesquita.

- Não ter informação complica um pouco o trabalho. A gente fica sujeito à muitas surpresas. Mas a partir do momento em que não temos essas informações (sobre o Barcelona), procuramos dar ênfase ao nosso padrão de jogo. Além disso busco orientar nossa equipe a ditar o ritmo do duelo. Lógico que teremos um adversário do outro lado, porém, na medida do possível, vamos buscar fazer isso. E dentro do jogo temos que observar os detalhes, os pontos positivos e negativos do Barcelona, e aproveitar suas fraquezas para obtermos êxito. Ressalto que este e todos os jogos da Copa Rio serão muito difíceis, mas o nosso espírito (de luta) tem que ser sempre o mesmo, independente do adversário que encontrarmos.