icons.title signature.placeholder Pedro Barboza
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30/08/2015
07:54

Ídolo recente do Flamengo, Hernane deixou o nome escrito na história nas últimas páginas da memória rubro-negra, com uma passagem de pouco mais de dois anos na Gávea. Período este, que lhe renderam um título da Copa do Brasil, de 2013, do Carioca de 2014, além de incrível marca de 36 golsmarcados em 2013, tornando-se o maior goleador do Brasil naquele ano. Pouco mais de um ano depois de deixar a equipe carioca para tentar trilhar a carreira no futebol árabe, o Borocador garante que não se arrpendeu de ter tentado a sorte no Oriente Médio e, agora, tem a chance de reencontrar pela primeira vez, neste domingo, o Rubro-Negro, defendendo as o Rubro-Negro de Pernambuco.

Mesmo com todo o carisma que cativou e encantou os torcedores do Flamengo, Hernane não esconde o carinho pelo Fla, mas ressalta que o momento é diferente e espera retribuir a confiança so dirigentes do Sport.


Hernane já marcou quatro vezes para o Sport (Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press)

– Estou muito feliz por este momento, mas este jogo vejo como um outro qualquer, mesmo sabendo que o Flamengo é um grande clube, onde vivi um grande momento. Mas pode ter certeza que farei meu melhor, defendo agora o Sport, clube que me paga, me aceitou no retorno ao Brasil, me aceitaram muito bem, ainda mais por um momento difícil que fiquei sem jogar – disse o Brocador, que lembrou da experiência que teve ao deixar o Brasil:

– Não me arrependo de nada do que aconteceu, é uma experiência de vida para todos nós. Mas se outros jogadores vierem conversar comigo sobre a chance de jogar por lá, vou falar a verdade. Foi bom, aprendi um pouco, até algumas coisas em árabe.

 
Jogador defendeu o Al Rayyan (Foto: AFP)

Como foi a sua adaptação no futebol árebe?

– Futebol árabe é muito complicado. Lá eles não têm período de adaptação, ainda tem fuso horário, mudança de país, idioma. Quando se machuca, eles não querem nem saber. Querem que jogue. É bem complicado. E para piorar, também não arcaram com as obrigações comigo. Não pensei duas vezes para voltar ao Brasil. Saí daqui pensando no futuro, na minha familia, não apenas pelo dinheiro.

Por conhecer alguns ex-companheiros será fácil marcar?

– Conheço muitos jogadores, mas o Eduardo Baptista (treinador) vai mostrar os pontos fracos do adversário, e procuro sempre finalizar na falha do zagueiro. Quero sempre fazer os gols – finalizou.


Pelo Fla, Hernane fez 36 gols em 2013 (Foto: Alexandre Loureiro/ LANCE!Press)

Por que o Sport nesta volta ao Brasil?

– A minha volta foi tentando buscar um clube que pagasse em dia, uma equipe boa, com tudo isso, pois não adianta nada não receber. Foi por isso que voltei. Meu empresário por já conhcer o pessoal e a estrutrua, sabia que o Sport estava cumprindo com as obrigações vamos brigar por coisa grande. Por isso aceitei esse projeto. Quero retribuir esse reconhecimento que tiveram comigo, por me aceitar bem aqui.

E como está sendo a vida em Recife?

– Refice é uma cidade muito boa, cidade agradável demais. Me adaptei muito rápido, mas o complicado é o transito daqui. O do Rio era um pouco pior, mas como a gente quase não ia para o centro da cidade era tranquilo.

Desde que voltou a atuar no Brasil, com a camisa do Leão, foram seis jogos, com quatro gols marcados. Sendo dois pela Copa Sul-Americana, no último confronto do Sport, contra o Bahia, além de outros dois válidos pelo Campeonato Brasileiro.

Ídolo recente do Flamengo, Hernane deixou o nome escrito na história nas últimas páginas da memória rubro-negra, com uma passagem de pouco mais de dois anos na Gávea. Período este, que lhe renderam um título da Copa do Brasil, de 2013, do Carioca de 2014, além de incrível marca de 36 golsmarcados em 2013, tornando-se o maior goleador do Brasil naquele ano. Pouco mais de um ano depois de deixar a equipe carioca para tentar trilhar a carreira no futebol árabe, o Borocador garante que não se arrpendeu de ter tentado a sorte no Oriente Médio e, agora, tem a chance de reencontrar pela primeira vez, neste domingo, o Rubro-Negro, defendendo as o Rubro-Negro de Pernambuco.

Mesmo com todo o carisma que cativou e encantou os torcedores do Flamengo, Hernane não esconde o carinho pelo Fla, mas ressalta que o momento é diferente e espera retribuir a confiança so dirigentes do Sport.


Hernane já marcou quatro vezes para o Sport (Foto: Aldo Carneiro/Pernambuco Press)

– Estou muito feliz por este momento, mas este jogo vejo como um outro qualquer, mesmo sabendo que o Flamengo é um grande clube, onde vivi um grande momento. Mas pode ter certeza que farei meu melhor, defendo agora o Sport, clube que me paga, me aceitou no retorno ao Brasil, me aceitaram muito bem, ainda mais por um momento difícil que fiquei sem jogar – disse o Brocador, que lembrou da experiência que teve ao deixar o Brasil:

– Não me arrependo de nada do que aconteceu, é uma experiência de vida para todos nós. Mas se outros jogadores vierem conversar comigo sobre a chance de jogar por lá, vou falar a verdade. Foi bom, aprendi um pouco, até algumas coisas em árabe.

 
Jogador defendeu o Al Rayyan (Foto: AFP)

Como foi a sua adaptação no futebol árebe?

– Futebol árabe é muito complicado. Lá eles não têm período de adaptação, ainda tem fuso horário, mudança de país, idioma. Quando se machuca, eles não querem nem saber. Querem que jogue. É bem complicado. E para piorar, também não arcaram com as obrigações comigo. Não pensei duas vezes para voltar ao Brasil. Saí daqui pensando no futuro, na minha familia, não apenas pelo dinheiro.

Por conhecer alguns ex-companheiros será fácil marcar?

– Conheço muitos jogadores, mas o Eduardo Baptista (treinador) vai mostrar os pontos fracos do adversário, e procuro sempre finalizar na falha do zagueiro. Quero sempre fazer os gols – finalizou.


Pelo Fla, Hernane fez 36 gols em 2013 (Foto: Alexandre Loureiro/ LANCE!Press)

Por que o Sport nesta volta ao Brasil?

– A minha volta foi tentando buscar um clube que pagasse em dia, uma equipe boa, com tudo isso, pois não adianta nada não receber. Foi por isso que voltei. Meu empresário por já conhcer o pessoal e a estrutrua, sabia que o Sport estava cumprindo com as obrigações vamos brigar por coisa grande. Por isso aceitei esse projeto. Quero retribuir esse reconhecimento que tiveram comigo, por me aceitar bem aqui.

E como está sendo a vida em Recife?

– Refice é uma cidade muito boa, cidade agradável demais. Me adaptei muito rápido, mas o complicado é o transito daqui. O do Rio era um pouco pior, mas como a gente quase não ia para o centro da cidade era tranquilo.

Desde que voltou a atuar no Brasil, com a camisa do Leão, foram seis jogos, com quatro gols marcados. Sendo dois pela Copa Sul-Americana, no último confronto do Sport, contra o Bahia, além de outros dois válidos pelo Campeonato Brasileiro.